quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Elektro e Multiplus vencem o Prêmio Abrasca Relatório Anual

Houve premiação também para companhias fechadas, organizações não-empresariais e cinco menções honrosas.

A Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca) anuncia hoje, 23, os vencedores do 19º Prêmio Abrasca Relatório Anual, destinado aos melhores relatórios anuais do ano base 2016. O evento acontecerá no Auditório da B3, em São Paulo. A Elektro Redes S/A venceu na Categoria Companhia Aberta - Grupo 1 (empresas com receita líquida igual ou acima de R$ 3 bilhões); e a Multiplus no Grupo 2 (empresas com receita líquida abaixo de R$ 3 bilhões). Neste ano o número de inscritos foi 10% maior que o anterior, com 78 relatórios disputando o tradicional prêmio do mercado de capitais.

Já a Categoria Companhias Fechadas teve a Votorantim S/A no Grupo 1 (empresas com receita líquida igual ou acima de R$ 1 bilhão) e o Grupo Sabemi venceu no Grupo 2 (empresas com receita líquida abaixo de R$ 1 bilhão).

A categoria Organização Não-Empresarial teve como vencedor o Esporte Clube Pinheiros. A Comissão Julgadora ainda premiou com Menções Honrosas as seguintes companhias e categorias: Análise Econômico-financeira: EDP Energias do Brasil; Aspectos Socioambientais: Duratex; Estratégia e Investimentos: AES Tietê Energia; Gestão de Riscos: Itaú Unibanco e Governança Corporativa: Lojas Renner.

Instituído pela Abrasca em 1999, com o objetivo de incentivar o aprimoramento da elaboração de relatórios com maior clareza, transparência, qualidade e quantidade de informações e caráter inovador, tanto na apresentação expositiva quanto no projeto gráfico, o prêmio conta com o apoio da Abrapp, Abvcap, Anbima, Apimec, B3, Codim, Ibef-São Paulo, Ibgc, Ibracon, Ibrademp e Ibri, estando sob a coordenação dos professores Lucy Sousa e Lélio Lauretti.

ANTERIOR – Os vencedores no ano anterior foram Banco Bradesco (Cias. Abertas-Grupo 1); Cetep (Grupo 2); Categoria Cias. Fechadas teve a Brasilprev (Grupo 1) e a Concer (Grupo 2) e em Organização Não-Empresarial venceu a Inpev.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

CPC homenageia ex-presidente da Abrasca

O economista Antonio Castro (esq) foi homenageado pelos relevantes serviços prestados ao mercado de capitais. Recebeu placa de prata das mãos de Alfried Plöger (atual presidente do Conselho Diretor da Abrasca e Relações Institucionais do Comitê de Pronunciamentos Contábeis).

A rápida cerimônia ocorreu na abertura do XIV Seminário Internacional CPC - Normas Contábeis Internacionais, ocorrido no último dia 7 de novembro, em São Paulo.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

CURSO - Impactos Contábeis do IFRS 15

Objetivo: Evidenciar os impactos contábeis da mais recente edição deste Pronunciamento Contábil.

Promovido pela Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), proporcionará 20 pontos no PEPC / Conselho Federal de Contabilidade.

O programa ocorrerá entre 8h e 16h30, nos dias 22 e 23 próximos, em São Paulo, com o professor Paulino Meira, atuando há mais de 12 anos nas áreas contábil e de controladoria.

Inscrições: nilsonjunior@abrasca.org.br Fones Abrasca: (11) 3105.5557 e (21) 2223.3656

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Dia 27 tem o Prêmio "+Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças"

No dia 27 próximo o presidente do Conselho Diretor da Abrasca, Alfried Plöger, participará de almoço do Prêmio +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças, que tem apoio institucional da Associação Brasileira das Companhias Abertas.

Na oportunidade, Plöger será convidado a entregar a premiação. O evento ocorrerá no Renaissance Hotel, em São Paulo, e é promovido por Jornalistas&Cia e Maxpress.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Educação Profissional Continuada

A Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca) programou cursos para os dias 30 e 31 próximos, em SP, no seu Programa de Educação Profissional Continuada.

Impactos Contábeis e Tributários do IFRS 16 - Operações de Arrendamento Mercantil será a temática dos cursos.

Inscrições e mais informações pelo email nilsonjunior@abrasca.org.br

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Reforma do Código Comercial traz insegurança jurídica e inibirá investimentos, adverte a Abrasca

A Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca) criou Comissão Especial do Código Comercial em 2016, expressando sua preocupação com o tema que vem sendo debatido exaustivamente. Em carta enviada dia 26 de setembro de 2017, a Associação promoveu extensa pesquisa e debates junto a suas associadas e, em especial, aos membros da sua Comissão Jurídica (Cojur), composta por diretores jurídicos das mais representativas companhias abertas e sócios dos principais escritórios de advocacia brasileiros que militam em direito empresarial. Realizou também encontros e eventos com importantes juristas sobre o tema.

Em comunicado oficial, a Abrasca sublinha:

“Reiteramos que a posição da entidade sobre o Projeto de Lei é contrária à sua aprovação, pelas seguintes razões:

I) A promulgação de um Novo Código Comercial traz insegurança jurídica, que é um obstáculo sério para retomada do investimento. São claros tênues sinais de recuperação da atividade econômica e do emprego, porém essa consolidação só virá com a recuperação do investimento, o que já é um consenso entre os economistas brasileiros. A edição de hoje do jornal Valor (26 de setembro de 2017) noticiou retração histórica dos investimentos dos governos federal, estaduais, municipais e das empresas públicas, tornando a recuperação do investimento privado ainda mais importante;

II) A edição de um novo Código Comercial implicará em controvérsias e conflitos na sua interpretação. A pacificação desses entendimentos custa muito tempo em que os agentes econômicos tem que conviver com alto grau de incerteza. Além disso, acarreta também consideráveis despesas em custas judiciais. Seria muito inoportuno fazer com que todas as empresas brasileiras arquem com esses ônus, sobretudo na atual conjuntura;

III) O texto do Projeto de Lei 1.572/11 se superpõe a conceitos sedimentados na Lei das Sociedades por Ações (Lei 6.404/76), trazendo enorme potencial de risco às companhias abertas;

IV) O Código de Defesa do Consumidor é uma referência para relações em que uma das partes geralmente é pessoa física, não devendo ser utilizado, em nenhuma hipótese, no contexto de relações empresariais, conforme está endereçado hoje no texto do PL 1.572/11;

V) Paradoxalmente, embora busque uma abordagem modernizadora, a essência da concepção do PL adota uma visão totalizante e antiquada do direito empresarial, remontando a tipificação de sociedade do final do Século XIX;

VI) Os problemas centrais para o ambiente de negócios brasileiro, na ótica empresarial, são as legislações tributária e previdenciária. A reforma da legislação comercial não é nem prioritária nem necessária. Os pontos positivos do projeto podem ser apartados e tornarem-se objeto de leis específicas: sociedades limitadas e direito marítimo, por exemplo; e

VII) Já constam de outros diplomas legais nove dos onze princípios que constituem o capítulo principiológico do Código, considerado pelo prof. Fabio Ulhoa Coelho "espinha dorsal do Projeto, que lhe confere consistência estrutural e identidade". Os dois remanescentes poderiam ser incluídos no Código Civil.

Na comunicação enviada no final de 2016 anexamos artigos de respeitados juristas como Modesto Carvalhosa, Nelson Eizirk e Luciana Dias, profundos conhecedores da realidade empresarial brasileira e da Lei 6.404/76. No anexo "Brasil_nao_precisa_de_novo_Codigo_Comercial.pdf" compilamos mais artigos, contendo a opinião de diversos juristas e operadores do direito comercial, também contrários à edição de um novo Código Comercial.

Destacamos que o tema tem grande relevância para o ambiente de negócios de TODAS as empresas brasileiras porque traz riscos e custos para o setor produtivo; em especial, às companhias abertas devido à sua complexidade enquanto grupos econômicos”.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

"Impactos sobre Custos de R.I. - Mifid II - Novas Regras da UE"

A ABRASCA-Associação Brasileira das Companhias Abertas promoverá o evento "Impactos sobre Custos de R.I. - Mifid II-Novas Regras da UE", apoiado pela B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) e o IBRI (instituto Brasileiro de Relações com Investidores), dia 3 de outubro próximo, em São Paulo, no horário das 14h às 17h30, no Auditório da B3, tendo como convidados: Roger Oey (Bloomberg), Thomas Samuelson (Magellan Yates), Edmar Lopes (Ibri) e Alfried Plöger (ABRASCA), entre outros.

As inscrições podem ser feitas pelo email nilsonjunior@abrasca.org.br. Fone (11) 3107.5557.