quinta-feira, 16 de abril de 2015

Conferência sobre mudanças climáticas será no dia 7 próximo

ABRASCA e CDP discutirão a criação de valor e a perenidade dos negócios em um cenário de alterações

Como proteger e criar valor em tempo de mudanças climáticas? Esta é a pergunta-chave do evento promovido conjuntamente pela ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas) e o CDP (anteriormente Carbon Disclosure Project), no próximo dia 7 de maio, em São Paulo.

O valor de uma ação é calculado com base no fluxo de rendimentos da companhia, trazidos a valor presente. De forma bem sintética, o economista Antonio Castro comentou a importância de se discutir a relação entre as mudanças climáticas e o mercado de capitais. Castro presidirá a conferência que se realizará no próximo dia 23 de abril, em São Paulo, envolvendo a ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas) e o CDP (anteriormente Carbon Disclosure Project).

No evento serão abordados os seguintes tópicos: “Como proteger e criar valor em tempo de mudanças climáticas”; “Mudanças climáticas: principais tendências e suas implicações nos negócios”; “Disclosure como estratégia para aumentar a vantagem competitiva” ; “O papel dos negócios nas discussões internacionais do clima”; “Como construir negócios perenes em um mundo de recursos escassos”.

Para Antonio Castro, presidente do Conselho Diretor da ABRASCA e do Conselho do CDP, lembra que os investidores “estão cada dia mais atentos às companhias envolvidas com a preservação e prevenção ambiental”. E destaca: “A discussão sobre os temas água e energia proporciona um bom momento para abordarmos as preocupações e ações ambientais que permeiam as companhias de uma forma geral”.

Atualmente, 90% das companhias respondentes ao questionário do CDP sobre emissões, na América Latina, são brasileiras.

Assessoria de Comunicação da ABRASCA:

Virtual Comunicação

Nelson Tucci / Thais Santos

Fones (11) 2503.3987

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Abertas as inscrições para o Prêmio Melhor Relatório Anual

O Prêmio ABRASCA Melhor Relatório Anual entra na 17ª edição. Criado com o objetivo de contribuir com as empresas para a melhora da qualidade das informações apresentadas ao mercado, o prêmio aprimora mecanismos de governança corporativa.

Serão premiadas companhias abertas, fechadas e organizações não-empresariais. As categorias estão assim dispostas: 'Companhia Aberta' dividida em subcategorias: Grupo 1 (empresas com receita líquida igual ou acima de R$ 3 bilhões) e Grupo 2 (empresas com receita líquida abaixo de R$ 3 bilhões); 'Companhia Fechada' dividida em Grupo 1 (empresas com receita líquida igual ou acima de R$ 1 bilhão e Grupo 2( empresas com receita líquida abaixo de R$ 1 bilhão). No caso dos bancos será considerada, ao invés de receita líquida, a receita bruta com intermediação financeira.

MENÇÕES - O Prêmio também terá 5 menções honrosas aos destaques em análise econômico-financeira; aspectos sócio-ambientais; estratégia; gestão de risco e governança corporativa. Também serão premiadas 'Organizações Não-Empresariais', ou seja, fundações, instituições de ensino, associações de classe, clubes, igrejas, filantrópicas e similares.

PRAZO - As inscrições vão até o dia 31 de julho. Os relatórios entregues até o dia 30 de abril de 2015 receberão 2 (dois) pontos de bonificação na média geral, 1 (um) pela entrega até 29 de maio. Nenhuma bonificação para entrega até 30 de junho e terão a dedução de 1 ponto na média os que entregarem no último prazo.

HISTÓRICO - Na 16ª edição, realizada no ano passado, a premiação foi entregue na categoria Companhia Aberta, Grupo 1 para o Banco Bradesco. No Grupo 2 a honraria coube a Algar Telecom.

O Grupo Abril levou o prêmio Companhia Fechada, Grupo 1, ficando o prêmio do Grupo 2 com a TBG. Já na Categoria Organizações Não-Empresariais o prêmio ficou com a Infraprev.

Criado pela própria ABRASCA em 1999, o Prêmio conta com o apoio institucional ABRAPP, ABVCAP, AMEC, ANBIMA, APIMEC, BM&FBOVESPA, CODIM, IBEF, SÃO PAULO, IBGC, IBRACON, IBRADEMP e IBRI. A cerimônia de premiação ocorrerá no Auditório da BM&FBOVESPA, em São Paulo.

Serviço:

Data: 26 de novembro

Local: Auditório da BM&FBOVESPA

Rua XV de Novembro, 275, Centro - São Paulo/SP

IMPRENSA: nelson.tucci@uol.com.br / thaisabrasca@gmail.com

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Estreia Veículos & Negócios, no jornal Perspectiva

Veja a estreia de Veículos & Negócios, espaço que começo a pilotar no jornal Perspectiva (Pág. 12). www.jornalperspectiva.com.br/FotosEd/PDFs/242.pdf

segunda-feira, 30 de março de 2015

ARTIGO - Código ABRASCA de Autorregulação e Boas Práticas: Evolução na Governança

Por: Equipe de Autorregulação da ABRASCA

O Código ABRASCA de Autorregulação e Boas Práticas completará quatro anos de vigência em agosto de 2015. Certamente a iniciativa trouxe benefícios em termos de aprimoramento nas práticas de governança adotadas pelas empresas aderentes. Qual a amplitude desses benefícios?

Em nossa opinião esta amplitude é grande, sobretudo face aos resultados obtidos a partir do monitoramento efetuado pela equipe de autorregulação. Essa equipe foi constituída em maio de 2012, seguindo um programa de orientação e suporte às companhias que desejassem aderir ou já tivessem aderido ao Código, orientando-as quanto às melhores práticas, além de monitorar o cumprimento das diretrizes do Código, apta a dirimir quaisquer dúvidas.

Concluída a organização necessária da documentação até então enviada pelas companhias, foram abertas duas frentes de trabalho: a. de formalização da adesão – a equipe de autorregulação atuou no suporte às companhias que aderiram ao Código – Companhias Pioneiras – não só quanto aos documentos necessários, como também quanto ao disclosure a ser feito no Formulário de Referência (FRE); e b. de prospecção – a equipe busca atrair companhias aptas a se comprometer com padrões mais elevados de governança corporativa.

Posteriormente, foi feito um trabalho de verificação entre as Pioneiras, quanto ao cumprimento dos princípios e regras, concluindo-se não existirem problemas relevantes em relação ao compliance, mas questões pontuais envolvendo o cumprimento de prazos para aprovação de determinadas medidas quanto à adequação às exigências.

A partir de 2013, foi implantada uma rotina de verificação anual das informações prestadas também para as AGOs (Propostas da Administração), além daquelas objeto dos FRE de cada ano.

Essa verificação identificou falta de harmonização em algumas informações, o que gerou vários questionamentos às empresas. Esse tipo de contribuição efetiva levou, em alguns casos, a reapresentações espontâneas do FRE.

Por sua vez, a verificação efetuada em 2014 demonstrou um avanço no padrão de governança das aderentes, sendo fato que 71% do total apresentaram melhorias, não só na prestação das informações como, sobretudo, em relação à aprovação e implantação de políticas importantes – Controles Internos/Gestão de Riscos e Transações com Partes Relacionadas.

Por outro lado, e não menos importante, em levantamento feito no final de 2014, constatou-se que cerca de 70% das empresas cumpre, se não a totalidade das recomendações contidas no Código (sugestões para aprimoramento da governança), pelo menos as mais relevantes, demonstrando com isso o dinamismo necessário no processo de evolução.

O gráfico procura demonstrar essa evolução. Em resumo:

1) D&O – Seguro de responsabilidade civil dos administradores – 95% já possuem, e informam corretamente no FRE; 2) CA – Conselho de Administração – Avaliação formal anual: 67% já adotam, sendo que 48% preenchem os termos estabelecidos no que se refere à sua abrangência, tal como previsto no Código; 3) CI – Conselheiro Independente – Exigência de participação de pelo menos um nos principais comitês: em 43% é comprovada a participação com base nas informações disponíveis no FRE, ou no Regimento Interno do Comitê; 4) DIR – Diretoria – Avaliação individual dos membros quando feita por comitês (remuneração, pessoas, ou de avaliação), em 57% é submetida ao conselho de administração; 5) CR – Comitê de Remuneração: 57% já possuem o comitê instalado.

Não podemos deixar de comentar outras práticas inseridas no conjunto das melhores, também abordadas no Código como recomendações, e que ainda não são amplamente adotadas pelo conjunto das empresas aderentes. 1) A maioria das empresas aderentes não possui uma política formal de destinação de resultados (62%). O mais comum não só nesse universo, como no conjunto das companhias listadas, é transcrever no FRE o que está no Estatuto, ou seja, a prática que vem sendo utilizada pela empresa. 2) Nenhuma das empresas aderentes possui um plano de sucessão dos diretores (aí consideradas as informações disponibilizadas via FRE ou site da companhia). Vale dizer que o fato se estende às demais empresas listadas, não sendo prática usual no mercado brasileiro. 3) Em 48% dos casos não há Comitê de Auditoria instalado, pelo que a recomendação relativa à obrigatoriedade de existir entre seus membros ao menos um especialista em finanças e um Conselheiro Independente, evidentemente não pode ser adotada. 43% possuem o Comitê instalado e adotam a recomendação. A questão da Política de Transações com Partes Relacionadas é o ponto mais sensível do conjunto de recomendações: apenas 10% das companhias aderentes adotam o previsto no texto. Outros 10% acatam a sugestão de vedação expressa à celebração de contratos com cláusulas de remuneração vinculadas a medidas de desempenho. E apenas uma companhia exige a aprovação dos conselheiros independentes.

No geral, cerca de 20% da amostra adota as recomendações sugeridas no Código na sua totalidade e abrangência, como por exemplo, a questão do management fee e a do parecer contrário dos conselheiros independentes. Sem dúvida a iniciativa da ABRASCA de desenvolver um Código de Autorregulação foi um passo importante em direção às melhores práticas, principalmente em função do modelo adotado, (abordagem aplique ou explique) baseado em princípios (mandatórios), regras (justificáveis), e recomendações sugestões para aprimoramento da governança).

O Código ABRASCA colaborou para elevar o padrão de governança médio da jurisdição brasileira, com foco na interface com o mercado, incentivando a transparência, a equitatividade, a prestação de contas, e a meritocracia em todos os níveis da administração.

ABRASCA e CDP discutirão mudanças climáticas

O valor de uma ação é calculado com base no fluxo de rendimentos da companhia, trazidos a valor presente. De forma bem sintética, o economista Antonio Castro comentou a importância de se discutir a relação entre as mudanças climáticas e o mercado de capitais. Castro presidirá a conferência que se realizará no próximo dia 23 de abril, em São Paulo, envolvendo a ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas) e o CDP (anteriormente Carbon Disclosure Project).

No evento serão tratados os seguintes tópicos: “Como proteger e criar valor em tempo de mudanças climáticas”; “Mudanças climáticas: principais tendências e suas implicações nos negócios”; “Disclosure como estratégia para aumentar a vantagem competitiva” ; “O papel dos negócios nas discussões internacionais do clima”; “Como construir negócios perenes em um mundo de recursos escassos”.

Na opinião de Castro, presidente do Conselho Diretor da ABRASCA e do Conselho do CDP, investidores estão cada dia mais atentos às companhias envolvidas com a preservação e prevenção ambiental. “A discussão sobre o tema água, em alta no Brasil, é um excelente momento para abordarmos as preocupações e ações ambientais que permeiam as companhias”.

Atualmente, 90% das companhias respondentes ao questionário do CDP sobre emissões, na América Latina, são brasileiras.

Assessoria de Comunicação da ABRASCA:

Virtual Comunicação - Nelson Tucci / Thais Santos

Fone (11) 2503.3987

segunda-feira, 23 de março de 2015

Trabalhos de A. Kanda, o arquiteto da sustentabilidade

Mais trabalhos do arquiteto Antonio Kanda, profissional com extensão universitária no Japão e que atua em projetos comerciais e residenciais fazendo prevalecer a identidade e o bom gosto em seus trabalhos.

Atualmente tem se dedicado a pesquisas sobre o aproveitamento da água de chuva e painéis solares em edificações. É parceiro da Virtual Comunicação no esforço de abraçar os conceitos da comunicação e da sustentabilidade.

(Veja MAIS no post abaixo)

sexta-feira, 13 de março de 2015

Arquiteto Kanda é o novo parceiro da Virtual, estabelecendo foco na SUSTENTABILIDADE

O arquiteto Antonio Kanda fala com sutileza e trabalha com leveza. Homem preocupado com o presente e o futuro, privilegia a SUSTENTABILIDADE. Com sólida formação profissional - extensão universitária no Japão - atua em projetos comerciais e residenciais fazendo prevalecer a identidade e o bom gosto em seus trabalhos.

Atualmente tem se dedicado a pesquisas sobre o aproveitamento da água de chuva e painéis solares em edificações.

Kanda, para nosso orgulho e satisfação, é mais um parceiro da Virtual Comunicação, empresa focada na COMUNICAÇÃO & SUSTENTABILIDADE.

Veja alguns trabalhos do arquiteto: