terça-feira, 31 de julho de 2012

14° Encontro contabiliza 1.200 participantes, sendo 44 jornalistas nacionais e estrangeiros


O 14º Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, maior evento da América Latina na área de R.I. , teve expressiva participação de jornalistas, nacionais e estrangeiros. Foram, ao todo, 44 jornalistas produzindo material para veículos online, impressos e vídeos.

No total foram contabilizadas 272 inserções na mídia, mais a expectativa de veiculação em revistas no próximo mês de agosto.

Realizado nos dias 2 e 3 deste mês de julho, em São Paulo, o evento reuniu 1.200 participantes, no total. Os jornalistas representaram, entre outros veículos, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, Valor Econômico, Brasil Econômico, DCI e Diário do Comércio, publicações internacionais como The Wall Street Journal, Financial Times, IR Magazine e a Institutional Investor Magazine; agências de notícias e portais como Agências Estado, Dow Jones, iG, Leia as revistas Exame, Revista Capital Aberto, RI, Revista Investidor Institucional, Revista ADFN, Revista Executivos Financeiros, Revista Fundos de Pensão, entre outros.



Evento é promovido pela  Associação Brasileira das Cias. Abertas (ABRASCA) e pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI).

Na ilustração, Alfried Plöger e Antonio Castro, respectivamente, VP e Presidente da ABRASCA. 

domingo, 29 de julho de 2012

Tributação: Governo prepara MP para extinguir o RTT.

O Governo Federal deverá editar Medida Provisória extinguindo o RTT (o Regime Tributário de Transição, instituído em 2008 em decorrência da normatização de padrões contábeis no Brasil). Expectativa é que esta MP seja publicada no próximo dia 31 de julho.

Até que a MP entre em vigor, no entanto, caberão sugestões e emendas. De qualquer forma, é preciso correr com essas propostas quem eventualmente tenha interesse no assunto, porque a entrada em vigor da nova MP será rapidinha, rapidinha...

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Empresários preveem crescimento de 2,3% do PIB

A Associação Brasileira das Companhias Abertas (ABRASCA) divulgou pesquisa neste último dia 26, no Rio, assinalando a expectativa de alta do Produto Interno Bruto (PIB), neste ano. De acordo com a enquete, que reuniu 53 companhias - representando 50% do valor das companhias listadas em Bolsa - o PIB brasileiro deverá crescer pelo menos 2,3%.

Esse índice de 2,3% é semelhante à previsão feita pelo Banco Central em junho passado. Segundo o presidente da ABRASCA, Antonio Castro, existe um "otimismo moderado" nessa amostragem. Pois se de um lado é esperada alta no volume de vendas (61,9%) e manutenção (34,1%) e alta (46,3%) nos investimentos próprios, é também vista como preocupação uma taxa de inflação maior que os 4,5% projetados pelo governo.

As empresas respondentes acreditam que a inflação deva chegar a 5% em 2012 e a taxa de juros 7,5%. De acordo com Antonio Castro, espera-se aumentos de custos e estabilidade nos preços, o que traduzido significa aperto na margem de lucro das companhias abertas brasileiras.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Pesquisa ABRASCA revelará tendências macroeconômicas do semestre


O que os empresários esperam da economia e como as empresas projetam o desempenho do seu setor de atuação até o final do ano ?

As respostas para estas questões serão dadas nesta quinta-feira, 26, quando a Associação Brasileira das Cias. Abertas (ABRASCA) divulgará pesquisa entre seus associados, responsáveis por 85% do valor das empresas listadas em Bolsa.

A Pequisa Abrasca ainda apontará projeções de alta, retração e/ou estabilidade de itens específicos como investimentos, taxa de emprego, inflação, câmbio, iBovespa, PIB nacional e PIB setorial, entre outros.

Na oportunidade, o presidente Antonio Castro abordará outros temas relativos ao mercado de capitais junto aos jornalistas.

Pela manhã a ABRASCA vai reunir suas Comissões Técnicas e posteriormente o Conselho Diretor para apreciar outros itens na pauta, além da própria Pesquisa sobre Tendências Macroeconômicas.

DATA: 26 de Julho de 2012 (Quinta-Feira)
HORA: 15h
LOCAL: R. Humaitá, 275, 16º andar - Rio de Janeiro – RJ.
(Escritório da empresa associada Pinheiro Neto Advogados)


Informações para IMPRENSA:
Virtual Comunicação
Nelson Tucci / Thais Pacheco
Fones (11) 4421.8254 / 2503.3987
Cel (11) 8198.3209 - Thais
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sexta-feira, 20 de julho de 2012

Mercado livre de energia será tema do CLICK NEGÓCIOS

Gestão de energia elétrica e comercialização de energia no mercado livre é o papo reto que o Programa CLICK NEGÓCIOS terá na próxima segunda-feira, dia 23, com Fábio Cuberos, gerente de regulação e back office da Safira Energia.

BRINDES
No outro bloco o CLICK NEGÓCIOS abordará o sempre interessantíssimo mercado de brindes, entrevistando Evelyn Hofer, da ABC Gifts.

O programa será apresentado pelos jornalistas Nelson Tucci e Olga Defavari com transmissão AO VIVO.

PARTICIPE. O CLICK NEGÓCIOS é interativo !

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Brasileiros esquecem R$ 1,5 bi no velho "Fundo 157"

De acordo com a Agência Brasil, milhões de contribuintes que declararam Imposto de Renda entre 1967 e 1983 têm dinheiro a receber.

Milhões de brasileiros que declararam Imposto de Renda entre 1967 e 1983 têm uma bolada a receber, mas se esqueceram de correr atrás do dinheiro.

Criados para estimular o mercado de capitais no Brasil, os fundos 157 têm cerca de R$ 1,5 bilhão até agora não resgatados. De acordo com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), essas aplicações somavam, até o dia 17 último, 3.553.431 cotas em um montante de R$ 1.493.589.778,86. Como um aplicador pode ter mais de uma cota, a CVM não sabe o número exato de contribuintes com direito ao benefício.

I.R.
Os fundos 157 permitiam a destinação de parte do Imposto de Renda devido para cotas de fundos administrados por instituições financeiras de livre escolha do contribuinte. O percentual variava a cada ano, mas, em média, o governo abria mão de 10% do imposto devido para investimentos no mercado financeiro. O dinheiro era corrigido de acordo com a política de cada fundo, que aplicava os recursos em ações, títulos ou modalidades de aplicação criadas na época de inflação alta.

O incentivo fiscal deixou de vigorar no início dos anos 1980. Os fundos continuaram a render, mas o aplicador não podia mais usar parte do Imposto de Renda para investir. Em 1985, todos os fundos 157 foram transformados em fundos mútuos de investimentos em ações. Dois anos mais tarde, a CVM assumiu a regulamentação dessas aplicações. O órgão coordenou a transferência dos fundos para outras instituições financeiras, nos casos de extinção daquela onde o dinheiro foi investido.

Em seu site, a CVM oferece a consulta em relação aos fundos 157. Basta o aplicador digitar o CPF para encontrar uma relação com o antigo e o atual administrador dos recursos. O investidor deve então ir à qualquer unidade da instituição financeira responsável pelo fundo. De acordo com a CVM, o prazo para o saque não pode ser superior a cinco dias úteis a partir da conversão das cotas.

HERANÇA
Em caso de morte do titular, os herdeiros podem fazer a retirada. Em tese, basta apresentar certidão de óbito, comprovação de parentesco, mas as instituições financeiras costumam pedir documentos adicionais. O resgate é mais rápido caso o sacador seja o advogado responsável pelo inventário. O investidor pagará Imposto de Renda apenas se a retirada for maior que R$ 20 mil.

http://cvmweb.cvm.gov.br/SWB/Sistemas/SCW/CPublica/FormBuscaCota157.aspx

quarta-feira, 18 de julho de 2012

O que os empresários esperam neste 2° semestre ?

O que os empresários esperam da economia e como as empresas projetam o desempenho do seu setor de atuação até o final do ano ?

As respostas para estas questões serão dadas no próximo dia 26, data em que a Associação Brasileira das Cias. Abertas (ABRASCA) divulgará pesquisa entre seus associados, responsáveis por 85% do valor das empresas listas em Bolsa.

A Pequisa Abrasca ainda apontará projeções de alta, retração e estabilidade de itens específicos como investimentos, taxa de emprego, taxa de inflação, câmbio,  iBovespa, PIB nacional e PIB setorial.