Neste dia 1° de Dezembro (quinta-feira), às 12h30, a Associação Brasileira das Companhias Abertas (ABRASCA) promoverá seu almoço de confraternização com jornalistas. Na mesma oportunidade, a ABRASCA apresentará seu novo site.
Antes, porém, participará de workshop, das 10h30 às 12h,contendo dois painéis:
1) Apresentação dos resultados do programa Quer Ser Sócio? da BM&FBovespa.
2) Apresentação do "Selo Abrasca de Boas Práticas", com o presidente Antonio Castro; o vice, Luiz Spínola (Cremer), e o diretor Salim Mattar (Localiza).
Entre o workshop e o almoço com a imprensa haverá uma breve reunião do Conselho Diretor. Todas as atividades ocorrerão na sede da BM&FBovespa, centro de São Paulo.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
O que esperar de 2012 ? Veja o que diz a Pesquisa ABRASCA, dia 5, AO VIVO, na Globo News
Em 2012 o Brasil, vai conseguir gerar um PIB maior ou menor que 3,5% ? O Dólar Americano passará de R$ 1,75 ao final do ano ? E do Ibovespa, o que esperar: fechamento abaixo dos 55 mil pontos ou acima dos 60 mil ? A estas questões somem-se as expectativas de exportação do setor em que atua, vendas domésticas, saldo comercial brasileiro e outros itens.
A Pesquisa ABRASCA de Tendências Macroeconômicas, realizada entre seus associados (que representam 83% das companhias listadas em Bolsa), será apresentada pelo economista Antonio Castro, presidente da Associação Brasileira das Cias. Abertas no próximo dia 5 de dezembro, às 19h30, no Programa CONTA CORRENTE, da Globo News, AO VIVO. Fique ligado.
A Pesquisa ABRASCA de Tendências Macroeconômicas, realizada entre seus associados (que representam 83% das companhias listadas em Bolsa), será apresentada pelo economista Antonio Castro, presidente da Associação Brasileira das Cias. Abertas no próximo dia 5 de dezembro, às 19h30, no Programa CONTA CORRENTE, da Globo News, AO VIVO. Fique ligado.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Estádio da Copa pode levar 198 anos para se pagar
Os novos estádios de futebol nas cidades de Cuiabá, Natal, Brasília e Manaus, ora sendo construídos para a Copa do Mundo de 2014, deverão ter prazo de retorno entre 130 e 198 anos. Isso porque os custos vão aumentando e as receitas serão menores que aqueles construídos para a última edição da Eurocopa.
A análise é da empresa Brunoro Sports Business, e foi divulgada pelo jornal Valor. Nesse estudo, a empresa BSB levou em consideração o atual nível das arenas esportivas nos estados.
A análise é da empresa Brunoro Sports Business, e foi divulgada pelo jornal Valor. Nesse estudo, a empresa BSB levou em consideração o atual nível das arenas esportivas nos estados.
sábado, 26 de novembro de 2011
ARTIGO - Sustentabilidade tem de dar dinheiro
Por Nemércio Nogueira (*)
A edição da “The Economist” de 12 de Novembro publicou um artigo intitulado “Por que as empresas ficam verdes” que ressalta um aspecto muitas vezes relegado a menor importância quando se fala de sustentabilidade, mas que é a chave para a adoção dessa estratégia pelo mundo real. Trata-se da perna econômico-financeira e estratégica do tripé social-ambiental-econômico da sustentabilidade.
O artigo mostra grandes empresas adotando a redução de emissões de carbono e fontes renováveis de energia para economizar (ou seja, ganhar) dinheiro, não para serem boazinhas para o meio ambiente, nem apenas para fazer relações públicas – ou, como dizem por aí, “marketing institucional”, como se esse nome não fosse um oxímoro. E também cita outras companhias que adotam estratégias de sustentabilidade ambiental para assegurar sua própria sobrevivência como empresas num futuro em que água e outros insumos naturais serão mais escassos.
E isso tudo apesar de Copenhague e Cancún terem sido os fracassos que foram, em termos da adoção de regulações governamentais multilaterais para a redução de emissões de carbono, que definiriam regras do jogo iguais para todas as empresas – coisa que também não se espera que aconteça na próxima reunião, em Durban.
Além de sublinhar a importância da perna econômico-financeira do tripé, ressaltando esse aspecto do mundo real, que é essencial para que caminhemos para uma vida mais sustentável, o artigo também dá diversas indicações de grandes empresas globais que estão indo por esse caminho.
No mais das vezes, quando alguém usa a expressão “sustentabilidade” é para se referir a ações de conservação ambiental. E, especialmente no Brasil – certamente devido às nossas carências nessa esfera – o conceito enfatiza também aspectos sociais, como o clima predominante entre os funcionários da empresa, ou investimentos destinados a melhorar a vida das comunidades.
Mas, se “sustentabilidade” significar apenas esses dois aspectos, ficará difícil diferenciá-la de recursos humanos e de relações públicas, o que desvirtuaria o conceito. O traço que realmente a define é o tripé social-econômico-ambiental, que indica atividades produtivas, portanto geradoras de receita, que contemplam com igual grau de prioridade os cuidados ambientais e ações que promovam a elevação do IDH-Indice de Desenvolvimento Humano da população.
O artigo da “Economist” menciona, por exemplo, iniciativas de elevação da eficiência no uso da energia e de gestão de resíduos. E observa que empresas que estabeleceram metas ambiciosas de redução de emissões na época da reunião de Copenhague posteriormente elevaram ainda mais essas metas, em vez de reduzi-las. Walmart e Tesco são duas companhias citadas para ilustrar esse fato. A primeira declara estar economizando mais de US$200 milhões por ano e a segunda, US$239 milhões anuais.
No Brasil a Lei de Resíduos Sólidos (Lei 12.305 de 2 de Agosto de 2010), se estabelece grandes desafios para as empresas privadas e para o poder público, também cria oportunidades que poderão ser valiosas para as companhias que se prepararem para cumprir as exigências legais não as enxergando apenas como um peso incômodo, mas também como possibilidade de economizar (ou seja, ganhar) dinheiro.
(*)Consultor de empresas, diretor do Instituto Vladimir Herzog e membro do Conselho da Virada Sustentável de São Paulo
A edição da “The Economist” de 12 de Novembro publicou um artigo intitulado “Por que as empresas ficam verdes” que ressalta um aspecto muitas vezes relegado a menor importância quando se fala de sustentabilidade, mas que é a chave para a adoção dessa estratégia pelo mundo real. Trata-se da perna econômico-financeira e estratégica do tripé social-ambiental-econômico da sustentabilidade.
O artigo mostra grandes empresas adotando a redução de emissões de carbono e fontes renováveis de energia para economizar (ou seja, ganhar) dinheiro, não para serem boazinhas para o meio ambiente, nem apenas para fazer relações públicas – ou, como dizem por aí, “marketing institucional”, como se esse nome não fosse um oxímoro. E também cita outras companhias que adotam estratégias de sustentabilidade ambiental para assegurar sua própria sobrevivência como empresas num futuro em que água e outros insumos naturais serão mais escassos.
E isso tudo apesar de Copenhague e Cancún terem sido os fracassos que foram, em termos da adoção de regulações governamentais multilaterais para a redução de emissões de carbono, que definiriam regras do jogo iguais para todas as empresas – coisa que também não se espera que aconteça na próxima reunião, em Durban.
Além de sublinhar a importância da perna econômico-financeira do tripé, ressaltando esse aspecto do mundo real, que é essencial para que caminhemos para uma vida mais sustentável, o artigo também dá diversas indicações de grandes empresas globais que estão indo por esse caminho.
No mais das vezes, quando alguém usa a expressão “sustentabilidade” é para se referir a ações de conservação ambiental. E, especialmente no Brasil – certamente devido às nossas carências nessa esfera – o conceito enfatiza também aspectos sociais, como o clima predominante entre os funcionários da empresa, ou investimentos destinados a melhorar a vida das comunidades.
Mas, se “sustentabilidade” significar apenas esses dois aspectos, ficará difícil diferenciá-la de recursos humanos e de relações públicas, o que desvirtuaria o conceito. O traço que realmente a define é o tripé social-econômico-ambiental, que indica atividades produtivas, portanto geradoras de receita, que contemplam com igual grau de prioridade os cuidados ambientais e ações que promovam a elevação do IDH-Indice de Desenvolvimento Humano da população.
O artigo da “Economist” menciona, por exemplo, iniciativas de elevação da eficiência no uso da energia e de gestão de resíduos. E observa que empresas que estabeleceram metas ambiciosas de redução de emissões na época da reunião de Copenhague posteriormente elevaram ainda mais essas metas, em vez de reduzi-las. Walmart e Tesco são duas companhias citadas para ilustrar esse fato. A primeira declara estar economizando mais de US$200 milhões por ano e a segunda, US$239 milhões anuais.
No Brasil a Lei de Resíduos Sólidos (Lei 12.305 de 2 de Agosto de 2010), se estabelece grandes desafios para as empresas privadas e para o poder público, também cria oportunidades que poderão ser valiosas para as companhias que se prepararem para cumprir as exigências legais não as enxergando apenas como um peso incômodo, mas também como possibilidade de economizar (ou seja, ganhar) dinheiro.
(*)Consultor de empresas, diretor do Instituto Vladimir Herzog e membro do Conselho da Virada Sustentável de São Paulo
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Leilão de aeroportos
O leilão de privatização dos aeroportos brasileiros deve acontecer entre janeiro e fevereiro de 2012 e as inscrições para os interessados provavelmente logo no início de dezembro próximo.
A outorga (depósito na conta do governo) é de R$ 2,3 bilhões para Guarulhos, R$ 521 Milhões para Viracopos e R$ 75 Milhões para Brasília.
Se as contas estiverem certas -- a estas some-se o trem bala --, Viracopos, em Campinas (SP), será o maior aeroporto do País em 20 anos. Projeção é que tenha movimento superior a 80 milhões de passageiros. Hoje o maior do País é Cumbica/Guarulhos, com 30 milhões de passageiros.
A OHL Brasil, concessionária de estradas controlada por um grupo espanhol, já tem a mira ajustada para entrar na brincadeira.
A outorga (depósito na conta do governo) é de R$ 2,3 bilhões para Guarulhos, R$ 521 Milhões para Viracopos e R$ 75 Milhões para Brasília.
Se as contas estiverem certas -- a estas some-se o trem bala --, Viracopos, em Campinas (SP), será o maior aeroporto do País em 20 anos. Projeção é que tenha movimento superior a 80 milhões de passageiros. Hoje o maior do País é Cumbica/Guarulhos, com 30 milhões de passageiros.
A OHL Brasil, concessionária de estradas controlada por um grupo espanhol, já tem a mira ajustada para entrar na brincadeira.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
ABRASCA apresentará Selo de Boas Práticas e o novo site, dia 1°
No próximo dia 1° de Dezembro (quinta-feira), às 12h30, a Associação Brasileira das Companhias Abertas (ABRASCA) promoverá seu almoço de confraternização com JORNALISTAS e PARCEIROS. Na mesma oportunidade, a ABRASCA apresentará seu novo site.
Selo Abrasca de Boas Práticas
Na parte da manhã haverá um workshop, das 10h30 às 12h, contendo dois painéis:
1) Apresentação dos resultados do programa Quer Ser Sócio? da BM&FBovespa
2) Apresentação do "Selo Abrasca de Boas Práticas", com o presidente Antonio Castro; o vice, Luiz Spínola (Cremer), e o diretor Salim Mattar (Localiza)
CONFIRMAÇÕES, até o dia 28, pelo email virtual.com.mkt@uol.com.br
Virtual Comunicação
Assesssoria de Comunicação da Associação Brasileira das Companhias Abertas (ABRASCA).
Selo Abrasca de Boas Práticas
Na parte da manhã haverá um workshop, das 10h30 às 12h, contendo dois painéis:
1) Apresentação dos resultados do programa Quer Ser Sócio? da BM&FBovespa
2) Apresentação do "Selo Abrasca de Boas Práticas", com o presidente Antonio Castro; o vice, Luiz Spínola (Cremer), e o diretor Salim Mattar (Localiza)
CONFIRMAÇÕES, até o dia 28, pelo email virtual.com.mkt@uol.com.br
Virtual Comunicação
Assesssoria de Comunicação da Associação Brasileira das Companhias Abertas (ABRASCA).
domingo, 20 de novembro de 2011
Paulo Guedes defende moeda única para o Mercosul
Crítico do modelo norte-americano de “crescimento alavancado em papéis”, o economista Paulo Guedes defendeu a adoção da moeda única no MERCOSUL como forma de fortalecimento econômico da região e única maneira de sensibilizar todos os setores das sociedades latinoamericanas para a flexibilização de políticas econômicas a fim de enfrentar a concorrência internacional (leia-se China).
Homem envolvido nas áreas de finanças e educação, Paulo Guedes deu uma verdadeira aula de história no Auditório da USCS, dia 16 de novembro, marcando o início da parceria da Universidade de São Caetano do Sul com a HSM Educação, controlada pela BR Investimentos (empresa em que atua). Um dos criadores do Ibmec e do banco Pactual, o economista fez uma linha do tempo da economia mundial, mostrando o sobe-e-desce das economias européia e norte-americana.
Tratou a crise da Europa – com citações frequentes à Grécia – como produto de má gestão de seus governantes e fez elogios à Alemanha. Em sua avaliação, a União Européia e os Estados Unidos ainda demoram a se recuperar, e o Brasil tem todas as chances de melhorar ainda mais a performance econômica e destaque no cenário internacional, mas não deveria fazê-lo sozinho, e sim em bloco. “O Brasil lidera naturalmente o bloco. Agora precisaremos ser a ´Alemanha´ da América Latina”, comparou.
Os Novos Desafios
De acordo com o reitor da USCS, Silvio Minciotti, é justamente para enfrentar esses novos desafios que a Universidade se uniu à HSM Educação, oferecendo o que há de melhor em inovação educacional, como os cursos MBA que têm as assinaturas de Philip Kotler (expert em marketing), David Ulrich (liderança), Willian Ury (negociação) e Vijay Govindarajan (inovação), entre outros.
Marco Barboza, o CEO da HSM Educação, destacou a preocupação da entidade em inovar e produzir o que há de mais avançado em termos de educação executiva e elogiou a qualidade de ensino da USCS, motivo pelo qual buscou a universidade como parceira para as próximas jornadas na região do ABC Paulista.
Homem envolvido nas áreas de finanças e educação, Paulo Guedes deu uma verdadeira aula de história no Auditório da USCS, dia 16 de novembro, marcando o início da parceria da Universidade de São Caetano do Sul com a HSM Educação, controlada pela BR Investimentos (empresa em que atua). Um dos criadores do Ibmec e do banco Pactual, o economista fez uma linha do tempo da economia mundial, mostrando o sobe-e-desce das economias européia e norte-americana.
Tratou a crise da Europa – com citações frequentes à Grécia – como produto de má gestão de seus governantes e fez elogios à Alemanha. Em sua avaliação, a União Européia e os Estados Unidos ainda demoram a se recuperar, e o Brasil tem todas as chances de melhorar ainda mais a performance econômica e destaque no cenário internacional, mas não deveria fazê-lo sozinho, e sim em bloco. “O Brasil lidera naturalmente o bloco. Agora precisaremos ser a ´Alemanha´ da América Latina”, comparou.
Os Novos Desafios
De acordo com o reitor da USCS, Silvio Minciotti, é justamente para enfrentar esses novos desafios que a Universidade se uniu à HSM Educação, oferecendo o que há de melhor em inovação educacional, como os cursos MBA que têm as assinaturas de Philip Kotler (expert em marketing), David Ulrich (liderança), Willian Ury (negociação) e Vijay Govindarajan (inovação), entre outros.
Marco Barboza, o CEO da HSM Educação, destacou a preocupação da entidade em inovar e produzir o que há de mais avançado em termos de educação executiva e elogiou a qualidade de ensino da USCS, motivo pelo qual buscou a universidade como parceira para as próximas jornadas na região do ABC Paulista.
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