Em comunicado conjunto nesta segunda-feira, 29, Itaúsa e Itaú Unibanco Holding informam:
A Itaúsa – Investimentos Itaú S.A. (pelo 4º ano) e o Itaú Unibanco Holding S.A. (pelo 6º ano consecutivo) têm o prazer de comunicar que foram novamente selecionadas para compor a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial da BM&FBovespa em sua edição 2011.
A nova carteira reúne 47 ações de 38 companhias, representando 18 setores e somam R$ 1,17 trilhão em valor de mercado, o equivalente a 46,1% do valor de mercado total das companhias com ações negociadas na BM&FBOVESPA (em 24/11/2010). Esta nova carteira vigorará de 3 de janeiro de 2011 a 29 de dezembro de 2011.
Duas outras empresas do Grupo também figuram nesta seleta lista. Duratex (pelo 3º ano consecutivo) e a Redecard (pelo 2º ano consecutivo).
Criado em 2005 pela BM&FBovespa em parceria com entidades governamentais e do setor financeiro, o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), é um exemplo de indicador que lista empresas que demonstram comprometimento com a sustentabilidade de sua operação, a responsabilidade social e ambiental e a governança corporativa.
De modo semelhante ao Índice Dow Jones de Sustentabilidade, o ISE tem sua composição revista anualmente a partir do resultado de uma criteriosa e específica metodologia de avaliação.
A participação no ISE, reflete o compromisso de longo prazo da Itaúsa e do Itaú Unibanco com a conduta ética dos negócios, transparência, cumprimento da legalidade, governança corporativa e responsabilidade social, cultural e ambiental. Acreditamos que este compromisso é fator determinante para mantermos nos próximos anos o crescimento sustentado, direcionado para criação de valor para nossos acionistas e para sociedade.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
Curitiba é a mais verde da AL
A cidade de Curitiba, capital do Paraná, obteve a distinção de metrópole mais verde entre outras 17 da América Latina. Estudo realizado sobre meio ambiente apresentado pela empresa alemã Siemens e pela unidade de estudos da revista britânica “The Economist” é que apontou o resultado nesta semana.
Abrasca firma acordo com FIPECAFI para o Prêmio Criação de Valor
A Associação Brasileira das Companhias Abertas (ABRASCA) assinou convênio de cooperação técnica com a Fipecafi, cujo primeiro trabalho será o de aperfeiçoar a metodologida de cálculo do Prêmio para a edição 2011. O presidente da Fipecafi, professor Iran Siqueira, disse que o Prêmio tem tudo para se transformar em um Selo de Qualidade das Companhias Abertas.
Primeira reunião para discutir a metodologia será no próximo dia nove. Os presidentes da ABRASCA, Antonio Castro, e da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), Iran Siqueira Lima, assinaram na última terça-feira, 23, convênio de cooperação tecnológica e operacional. O primeiro trabalho entre as duas instituições será o de aprimorar a metodologia de cálculo do Prêmio Abrasca de Criação de Valor para a edição 2011.
O Prêmio é concedido para as empresa que, de acordo com metodologia própria, tiveram o maior índice de criação de valor nos últimos três anos, apresentaram sustentabilidade nos resultados e excelência em controle de riscos, transparência e atuação socioambiental.
GOVERNANÇA - Para o presidente da Abrasca, a assinatura do convênio é um passo importante para consolidar o Prêmio, que no próximo ano vai para a sua quarta edição. “ O embasamento técnico e a reconhecida competência da Fipecafi irão conferir valor ainda maior à iniciativa da nossa associação de distinguir as companhias com bom desempenho e boas práticas de governaça corporativa”, destacou Antônio Castro.
“Estou feliz em poder estar junto com a Abrasca neste projeto”, revelou o professor Iran Siqueira. Para ele, a metodologia do Prêmio é bastante inteligente por estabelecer parâmetros que contribuem para melhorar avaliação das empresas. “Tenho a certeza que o Prêmio tem tudo para se tranformar em um selo de qualidade para as companhias abertas”, completou.
DESAFIO – Para o Alexandre Fischer, diretor da GRC Visão Consultoria Econômica, responsável pelo desenvolvimento e aplicação da metodologia do Prêmio e coordenador do convênio, o primeiro desafio do acordo é o de aprimorar a metodologia, que no ano passado passou a trabalhar, para efeito de cálculo, com o valor médio de criação de valor por um período de três anos.
“É preciso, no entanto, voltar a discutir a questão em função das recentes reorganizações societárias, cada vez mais frequentes, de companhias tradicionais, que ficam excluidas da ponderação do cálculo”, acentuou o economista.
Alexandre Fischer contou que a mudança foi feita após a realização, em março deste ano, do Seminário Criação de Valor como Vantagem Competitiva, quando foi questionada a sustentabilidade da criação de valor por uma empresa no periodo de apenas um ano. “A principal proposta construída no Seminário foi a ampliação do prazo de apuração da criação de valor, de um ano para a média de três anos, dando maior peso aos dois anos mais recentes”, explicou.
A questão voltará novamente a ser discutida no dia 9 de dezembro na sede da Fipecafi, em São PAulo, em reunião especial da Comissão de Mercado de Capitais (Comec) da ABRASCA. O objetivo é debater junto aos profissionais de relações com investidores, medidas para avaliar o desempenho da criação de valor no longo prazo, evitando o risco de distorções geradas pelas reorganizações societárias.
O PRÊMIO - Trata-se de metodologia inédita no Brasil, criada pela Universidade de Navarra, na Espanha, e adaptada pela GRC Visão para o Anuário Estatístico das Companhias Abertas, publicação editada pela Abrasca.
Inicialmente, as empresas são selecionadas com base em dados quantitativos para identificar as que conseguiram os mais elevados percentuais de criação de valor em relação a seu market value, ao longo dos últimos três anos.
Posteriormente são consultados analistas de investimentos que acompanham as empresas para obter avaliações sobre o trabalho que elas desenvolvem em áreas-chave como governança corporativa, relação com os acionistas e o mercado, política ambiental e atuação social.
As finalistas são submetidas ao Comitê de Premiação, formado por 14 entidades do mercado de capitais, que indica a vencedora e os destaques setoriais. Este Comitê, que é soberano em seu voto, é composto por representantes das seguintes entidades: Amec, Anbima, Abrapp, Ancor, Adeval, Anefac, Apimec, BM&FBovespa, Fipecafi, Ibef, Ibgc, Ibracon, Ibri e Ini.
Na edição de 2010, a KPMG foi a empresa de auditoria responsável pela revisão e acompanhamento do Prêmio.
Primeira reunião para discutir a metodologia será no próximo dia nove. Os presidentes da ABRASCA, Antonio Castro, e da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), Iran Siqueira Lima, assinaram na última terça-feira, 23, convênio de cooperação tecnológica e operacional. O primeiro trabalho entre as duas instituições será o de aprimorar a metodologia de cálculo do Prêmio Abrasca de Criação de Valor para a edição 2011.
O Prêmio é concedido para as empresa que, de acordo com metodologia própria, tiveram o maior índice de criação de valor nos últimos três anos, apresentaram sustentabilidade nos resultados e excelência em controle de riscos, transparência e atuação socioambiental.
GOVERNANÇA - Para o presidente da Abrasca, a assinatura do convênio é um passo importante para consolidar o Prêmio, que no próximo ano vai para a sua quarta edição. “ O embasamento técnico e a reconhecida competência da Fipecafi irão conferir valor ainda maior à iniciativa da nossa associação de distinguir as companhias com bom desempenho e boas práticas de governaça corporativa”, destacou Antônio Castro.
“Estou feliz em poder estar junto com a Abrasca neste projeto”, revelou o professor Iran Siqueira. Para ele, a metodologia do Prêmio é bastante inteligente por estabelecer parâmetros que contribuem para melhorar avaliação das empresas. “Tenho a certeza que o Prêmio tem tudo para se tranformar em um selo de qualidade para as companhias abertas”, completou.
DESAFIO – Para o Alexandre Fischer, diretor da GRC Visão Consultoria Econômica, responsável pelo desenvolvimento e aplicação da metodologia do Prêmio e coordenador do convênio, o primeiro desafio do acordo é o de aprimorar a metodologia, que no ano passado passou a trabalhar, para efeito de cálculo, com o valor médio de criação de valor por um período de três anos.
“É preciso, no entanto, voltar a discutir a questão em função das recentes reorganizações societárias, cada vez mais frequentes, de companhias tradicionais, que ficam excluidas da ponderação do cálculo”, acentuou o economista.
Alexandre Fischer contou que a mudança foi feita após a realização, em março deste ano, do Seminário Criação de Valor como Vantagem Competitiva, quando foi questionada a sustentabilidade da criação de valor por uma empresa no periodo de apenas um ano. “A principal proposta construída no Seminário foi a ampliação do prazo de apuração da criação de valor, de um ano para a média de três anos, dando maior peso aos dois anos mais recentes”, explicou.
A questão voltará novamente a ser discutida no dia 9 de dezembro na sede da Fipecafi, em São PAulo, em reunião especial da Comissão de Mercado de Capitais (Comec) da ABRASCA. O objetivo é debater junto aos profissionais de relações com investidores, medidas para avaliar o desempenho da criação de valor no longo prazo, evitando o risco de distorções geradas pelas reorganizações societárias.
O PRÊMIO - Trata-se de metodologia inédita no Brasil, criada pela Universidade de Navarra, na Espanha, e adaptada pela GRC Visão para o Anuário Estatístico das Companhias Abertas, publicação editada pela Abrasca.
Inicialmente, as empresas são selecionadas com base em dados quantitativos para identificar as que conseguiram os mais elevados percentuais de criação de valor em relação a seu market value, ao longo dos últimos três anos.
Posteriormente são consultados analistas de investimentos que acompanham as empresas para obter avaliações sobre o trabalho que elas desenvolvem em áreas-chave como governança corporativa, relação com os acionistas e o mercado, política ambiental e atuação social.
As finalistas são submetidas ao Comitê de Premiação, formado por 14 entidades do mercado de capitais, que indica a vencedora e os destaques setoriais. Este Comitê, que é soberano em seu voto, é composto por representantes das seguintes entidades: Amec, Anbima, Abrapp, Ancor, Adeval, Anefac, Apimec, BM&FBovespa, Fipecafi, Ibef, Ibgc, Ibracon, Ibri e Ini.
Na edição de 2010, a KPMG foi a empresa de auditoria responsável pela revisão e acompanhamento do Prêmio.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Multialloy comemora reclassificação do Sistema de Gestão da Qualidade
A MULTIALLOY, líder nacional no segmento de ligas especiais, venceu mais um desafio. É que o seu Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9001:2008) foi novamente certificado, com a recomendação da Auditoria BRTUV.
"Na prática, isso significa que o esforço de todos pela contínua melhoria da qualidade tem valido a pena. E muito ! Por isso vamos nos preparar para um novo salto: a Certificação ISO TS 29001 - Monograma API", comemora o presidente Antonio Mamede, empossado há menos de três meses.
Objetivo da companhia, que tem 25 anos de mercado, agora é buscar o Prêmio Nacional de Qualidade.
"Na prática, isso significa que o esforço de todos pela contínua melhoria da qualidade tem valido a pena. E muito ! Por isso vamos nos preparar para um novo salto: a Certificação ISO TS 29001 - Monograma API", comemora o presidente Antonio Mamede, empossado há menos de três meses.
Objetivo da companhia, que tem 25 anos de mercado, agora é buscar o Prêmio Nacional de Qualidade.
CVM altera regime das OPAs
A Instrução 487 atualiza também a 361 que se aplica a todos os tipos de OPA.
A Agência CiasBrasil de Notícias informa que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) editou no último dia 25 a Instrução nº487, que modifica o regime das Ofertas Públicas de Ações (OPA). Segundo os técnicos da autarquia, as mudanças foram motivadas, principalmente, pela necessidade de adaptação das regras de OPA a um cenário em que as ofertas públicas para aquisição do controle de companhias abertas tendem a se tornar mais presentes.
As alterações também tiveram por objetivo atualizar a Instrução CVM nº 361/02, que se aplica a todos os tipos de OPA. A reforma da Instrução entra em vigor imediatamente, exceto para as OPAs que já tenham sido divulgadas ao mercado até esta data. Essas OPAs para aquisição de controle, muito comuns nos Estados Unidos e na Inglaterra, mas até pouco tempo raras no Brasil, vêm ocorrendo com mais frequência no país devido ao surgimento de um número considerável de companhias abertas sem acionista majoritário.
Alterações
Entre as mudanças, destacam-se: (i) detalhamento do dever de sigilo a que se sujeita o ofertante antes da oferta e dos procedimentos que ele deve observar caso a informação sobre o lançamento da oferta escape ao seu controle;
(ii)adaptação das regras de leilão para o caso de OPA para aquisição de controle, com a vedação de interferência de terceiros por lote inferior ao visado pelo ofertante e de elevação de preço no leilão pelo ofertante caso tenha sido lançada uma oferta concorrente;
(iii) no caso de OPA total para aquisição do controle acionário, outorga de opção de venda aos destinatários dessa oferta por 30 dias após o leilão. Na prática, essa norma dá ao acionista a possibilidade de aceitar a oferta após o leilão, evitando que ele seja coagido a vender suas ações por preço que considera inadequado;
(vi) no caso de OPA parcial para aquisição do controle acionário, criação de um procedimento de leilão que permite aos destinatários dessa oferta aceitá-la de forma condicional: eles venderão as ações caso a oferta tenha sucesso, mas, para isso, a oferta precisa ser aprovada de modo incondicional por titulares de um número de ações que assegurem ao ofertante o controle da companhia. Mais uma vez, o objetivo desse procedimento é garantir a liberdade do acionista de escolher se aceita ou não a oferta;
(v) aumento na quantidade e qualidade de informações a serem divulgadas, no caso de OPA para aquisição de controle, pelo ofertante, pela companhia objeto, seus administradores e principais acionistas, sobretudo quanto a negócios por eles realizados envolvendo ações e derivativos durante o período da OPA.
(vi) e, por fim, o aperfeiçoamentos nas regras que regem os laudos que devem ser contratados pelo ofertante em algumas modalidades de OPA, acerca do trabalho esperado e da responsabilidade dos avaliadores.
A Agência CiasBrasil de Notícias informa que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) editou no último dia 25 a Instrução nº487, que modifica o regime das Ofertas Públicas de Ações (OPA). Segundo os técnicos da autarquia, as mudanças foram motivadas, principalmente, pela necessidade de adaptação das regras de OPA a um cenário em que as ofertas públicas para aquisição do controle de companhias abertas tendem a se tornar mais presentes.
As alterações também tiveram por objetivo atualizar a Instrução CVM nº 361/02, que se aplica a todos os tipos de OPA. A reforma da Instrução entra em vigor imediatamente, exceto para as OPAs que já tenham sido divulgadas ao mercado até esta data. Essas OPAs para aquisição de controle, muito comuns nos Estados Unidos e na Inglaterra, mas até pouco tempo raras no Brasil, vêm ocorrendo com mais frequência no país devido ao surgimento de um número considerável de companhias abertas sem acionista majoritário.
Alterações
Entre as mudanças, destacam-se: (i) detalhamento do dever de sigilo a que se sujeita o ofertante antes da oferta e dos procedimentos que ele deve observar caso a informação sobre o lançamento da oferta escape ao seu controle;
(ii)adaptação das regras de leilão para o caso de OPA para aquisição de controle, com a vedação de interferência de terceiros por lote inferior ao visado pelo ofertante e de elevação de preço no leilão pelo ofertante caso tenha sido lançada uma oferta concorrente;
(iii) no caso de OPA total para aquisição do controle acionário, outorga de opção de venda aos destinatários dessa oferta por 30 dias após o leilão. Na prática, essa norma dá ao acionista a possibilidade de aceitar a oferta após o leilão, evitando que ele seja coagido a vender suas ações por preço que considera inadequado;
(vi) no caso de OPA parcial para aquisição do controle acionário, criação de um procedimento de leilão que permite aos destinatários dessa oferta aceitá-la de forma condicional: eles venderão as ações caso a oferta tenha sucesso, mas, para isso, a oferta precisa ser aprovada de modo incondicional por titulares de um número de ações que assegurem ao ofertante o controle da companhia. Mais uma vez, o objetivo desse procedimento é garantir a liberdade do acionista de escolher se aceita ou não a oferta;
(v) aumento na quantidade e qualidade de informações a serem divulgadas, no caso de OPA para aquisição de controle, pelo ofertante, pela companhia objeto, seus administradores e principais acionistas, sobretudo quanto a negócios por eles realizados envolvendo ações e derivativos durante o período da OPA.
(vi) e, por fim, o aperfeiçoamentos nas regras que regem os laudos que devem ser contratados pelo ofertante em algumas modalidades de OPA, acerca do trabalho esperado e da responsabilidade dos avaliadores.
Empresas Mais Admiradas terá premiação dia 29
Pelo oitavo ano consecutivo o jornal DCI realiza o PRÊMIO EMPRESAS DO ANO, destacando companhias de 31 diferentes setores como “As Mais Admiradas”.
Evento acontece no próximo dia 29 de novembro (segunda-feira) nas dependências do Novotel Jaraguá, centro, São Paulo.
Evento acontece no próximo dia 29 de novembro (segunda-feira) nas dependências do Novotel Jaraguá, centro, São Paulo.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Oficina para Jornalistas Empreendedores em São Paulo terá 4 horas de duração
O jornalista João Marcos Rainho, autor de livros e cursos sobre empreendedorismo, é parceiro da Virtual Comunicação e vai ministrar oficina para jornalistas que pretendam voos livres.
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http://www.oficinasimprensa.com.br/015_empreendedorismo_em_comunicacao.asp
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