(*) Por Nádia Rebouças
Estava eu, no trocador para visitantes, vestindo uma roupa especial. Fantasia de mineira. Estranho estar com uma couraça dura, um capacete com luz, botas. Meu corpo tentava se ajeitar dentro de tudo aquilo. Sem perceber, ou ter tempo de pensar, já estava dentro de um enorme elevador, cheio de grades e de operários, todos vestidos como eu. Eu e Paula Sabóia estávamos tendo a experiência incrível de baixar para mais de 500 metros do solo gentil.
Começamos a andar pela mina, por partes muito bem arrumadas, com salas de aula para conversas sobre segurança, com outras salas para reunião, onde numa delas conhecemos muito sobre os processos de mineração. Seguimos andando pelos túneis, ouvindo o engenheiro que nos acompanhava. Todos fumavam, inclusive eu. De repente uma cancela!
Um operário estica a mão e no jogo dos gestos percebo que devo entregar meu cigarro a partir daquele ponto. Deixamos ali o vício e seguimos por corredores cada vez mais escuros, onde a luz que eu carregava no meu capacete mostrou sua utilidade. As emoções são inúmeras por estar dentro das entranhas da terra. Violando de certa forma a mãe Terra. Eu nunca esquecerei.
Foram essas lembranças que voltaram intensamente acompanhando passo a passo todas as notícias sobre os mineiros do Chile. Quando voltei à cancela, lá estava o mesmo operário me devolvendo meu maço de cigarros, mas aí de forma surpreendente escuto: - “Portuguese”... E eu, meio atrapalhada, levei alguns segundos para perceber que aquela era uma pergunta e que ele apontava com os dedos as letras no maço de cigarros. Olhei para ele e falei em português, sim eu falava português! Recebi um abraço que nunca esquecerei. Ele traduzia o que fui entender dias depois quando entrevistando os mineiros.
Ele era angolano, contratado para trabalhar durante todo o ano, com direito a 20 dias de folga. Estava perdido numa mina, há 500 metros debaixo da terra, cercado, e numa cidade onde se fala duas línguas oficiais (africâner e inglês), além de mais 9 idiomas de origem tribal. Eu ser uma pessoa que falava português era simplesmente um presente para ele!
A mídia acompanhou a saga dos mineiros, quis transformá-los em celebridades instantâneas quando o resgate aconteceu com resultados acima do esperado. Conseguiram boas audiências com uma boa notícia, para surpresa do jornalismo tradicional. Estávamos todos assistindo a humanidade.
Tudo aconteceu como uma lição ao mundo, sob muitos aspectos. Mas eu tinha razões de essência para sentir e estar com eles. Conheço minas subterrâneas e conheço os mineiros. Conheço os supervisores desses trabalhadores de turno. Ao longo de nossas vidas, vivemos do conforto que o desconforto deles nos oferece. Tudo a nossa volta é feito de minério e são muitos, que em todo o mundo, estão em minas submersas ou a céu aberto, nos oferecendo seu trabalho. Um mineiro de turno, especialmente aquele que trabalha no turno de zero às seis horas da manhã tem uma vida inteiramente diferente da nossa. Por isso não fiquei nem um pouco espantada com a incrível capacidade de organização que tiveram e que representou vida para todos eles. Eles sabem que precisam se proteger, trabalhar em parceria porque as dificuldades são muitas.
Na África do Sul a maioria dos mineiros é negra. Brancos, quero dizer loiros, só os engenheiros que estão nos cargos de gerentes. A maioria sequer era da África do Sul, vinham de países mais pobres da África como Angola, Moçambique, Guiné. Vivem em hostels. São muitos homens morando na mesma casa. Nas minhas visitas muitas vezes me perguntei se eu estava num internato, num sanatório. Vão com transporte da empresa para o trabalho, lá no fundo da terra. Lá permanecem por 8hs, tendo apenas água para beber (era assim até cinco anos atrás). Voltam para os alojamentos. Ficam o ano todo longe das famílias, presos a um contrato que, quando termina, possibilita que tenham 20 dias de descanso.
Aqui no Brasil os mineiros têm melhores condições, mas com muitos desafios no seu trabalho, especialmente em relação à segurança e qualidade de vida. Em comum: o orgulho de ser mineiro. Vimos isso nas reportagens e eu me pergunto que tipo de mistério existe na vida dura desses homens que fazem com que sintam paixão pelo seu trabalho, muitas vezes em situação de profunda insegurança, como na mina do Chile, e ainda assim prefiram continuar sendo o que são: mineiros.
Conversar com eles é entrar num mundo desconhecido para nós. Descobrir que vivem no silêncio, quando estão “embarcados”, seja numa mina, ou num navio. É melhor não correr o risco de que palavras criem desavenças... O trabalho é focado e individual. Certa vez, aqui no Brasil, um mineiro me disse: - “É bom, porque tenho muito tempo para falar com Deus!”
Assim, esses homens, com pouco tempo para famílias e amigos, muitas vezes chegando em casa quando a família acorda e os filhos estão indo para a escola, ou saindo quando a família volta para casa. Dia e noite estão eles pelo mundo criando riqueza e conforto.
Mineiros, especialmente os que trabalham em turno, ocuparam as TVs em todo o mundo. Que essa saga seja transformada numa oportunidade única de cuidarmos deles, da sua segurança, da saúde, da vida. Que seja uma oportunidade para agradecermos.
Que seja uma oportunidade também para que todos os profissionais de comunicação e sustentabilidade percebam o desafio de seu trabalho para esse público, muitas vezes tão esquecido. Invisíveis também para a sociedade. Muitos com quem conversei nos últimos anos, talvez eu não veja nunca mais, como o angolano dos cigarros em português, mas quero que esse texto soe como um grande abraço, fraterno, solidário, capaz de traduzir a gratidão que sinto por tudo o que aprendi com todos eles.
(*) Nádia Rebouças (nareboucas@reboucaseassociados.com.br) é Colunista de Plurale (www.plurale.com.br)e diretora da Rebouças e Associados.
sábado, 30 de outubro de 2010
Biblioteca Nacional faz 200 Anos. É uma das 10 maiores do mundo.
A Fundação Biblioteca Nacional, instituição vinculada ao Ministério da Cultura, comemorou 200 anos na sexta-feira 29 de outubro. O rico acervo da biblioteca bicentenária tem origem na coleção que pertenceu à Família Real e está disponível na Cinelândia, em um edifício inaugurado em 1910.
Para celebrar momento tão importante, foi organizada uma solenidade que contará com a presença do ministro da Cultura, Juca Ferreira, e do presidente da FBN/MinC, Muniz Sodré. Na ocasião, será inaugurada a exposição Biblioteca Nacional 200 anos: uma defesa do infinito, e será lançada a Medalha 200 Anos – BN, edição comemorativa de iniciativa da Casa da Moeda do Brasil.
A Biblioteca Nacional do Brasil é uma das dez maiores do mundo. O acervo, com cerca de nove milhões de obras, tem origem na coleção de D. João VI. A instituição é referência em projetos de restauração e digitalização na América Latina. Dentre as sessenta mil peças estão livros, manuscritos, mapas, estampas, moedas e medalhas.
Em 1821, a Família Real regressou a Portugal, D. João VI levou de volta grande parte dos manuscritos do acervo. Depois da proclamação da Independência, a aquisição da Biblioteca Real pelo Brasil foi regulada mediante a Convenção Adicional ao Tratado de Paz e Amizade celebrada entre o Brasil e Portugal, em 29 de agosto de 1825.
Fonte: Sheila Rezende, Comunicação Social/MinC
Para celebrar momento tão importante, foi organizada uma solenidade que contará com a presença do ministro da Cultura, Juca Ferreira, e do presidente da FBN/MinC, Muniz Sodré. Na ocasião, será inaugurada a exposição Biblioteca Nacional 200 anos: uma defesa do infinito, e será lançada a Medalha 200 Anos – BN, edição comemorativa de iniciativa da Casa da Moeda do Brasil.
A Biblioteca Nacional do Brasil é uma das dez maiores do mundo. O acervo, com cerca de nove milhões de obras, tem origem na coleção de D. João VI. A instituição é referência em projetos de restauração e digitalização na América Latina. Dentre as sessenta mil peças estão livros, manuscritos, mapas, estampas, moedas e medalhas.
Em 1821, a Família Real regressou a Portugal, D. João VI levou de volta grande parte dos manuscritos do acervo. Depois da proclamação da Independência, a aquisição da Biblioteca Real pelo Brasil foi regulada mediante a Convenção Adicional ao Tratado de Paz e Amizade celebrada entre o Brasil e Portugal, em 29 de agosto de 1825.
Fonte: Sheila Rezende, Comunicação Social/MinC
Novo poço de petróleo poderá dobrar as reservas brasileiras
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) divulgou na sexta-feira, 29, que o volume de óleo nas reservas no campo de Libra, na área da camada do pré-sal da bacia de Santos, está estimado entre 3,7 bilhões e 15 bilhões de barris. De acordo com a própria ANP, o campo de Libra deverá ter aproximadamente 7,9 bilhões de barris recuperáveis de petróleo.
A partir daí, Libra torna-se o maior reservatório do Pré-Sal, ultrapassando as reservas do campo de Tupi (estimado entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris).
Se confirmada a estimativa máxima de 15 bilhões de barris, Libra dobrará as reservas atuais de petróleo do Brasil.
A partir daí, Libra torna-se o maior reservatório do Pré-Sal, ultrapassando as reservas do campo de Tupi (estimado entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris).
Se confirmada a estimativa máxima de 15 bilhões de barris, Libra dobrará as reservas atuais de petróleo do Brasil.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
BM&FBovespa altera vigência da carteira do ISE
O Índice de Sustentabilidade Empresarial passará a vigorar até janeiro, com divulgação de três prévias no mês de dezembro, de acordo com a Bolsa de Valores brasileira.
O Conselho Deliberativo do Índice de Sustentabilidade Empresarial da BM&FBOVESPA aprovou, em sua última reunião, a alteração do período de vigência da carteira do ISE, que passará a ser do primeiro dia útil de janeiro ao último dia útil de dezembro de cada ano. Anteriormente, a carteira vigorava entre o primeiro dia útil de dezembro e o último dia de novembro do ano seguinte.
Com isso, a próxima composição valerá entre 03/01/2011 e 30/12/2011. Já o anúncio das empresas e ações que irão compor o ISE a cada ano continuará sendo efetuado sempre no mês de novembro – em 2010, a divulgação ocorrerá no dia 25/11.
Ainda de acordo com a Bolsa, o objetivo da medida é possibilitar que gestores de fundos de ações e outros participantes do mercado tenham mais tempo para ajustar seus investimentos baseados ou espelhados no ISE.
O Conselho Deliberativo do Índice de Sustentabilidade Empresarial da BM&FBOVESPA aprovou, em sua última reunião, a alteração do período de vigência da carteira do ISE, que passará a ser do primeiro dia útil de janeiro ao último dia útil de dezembro de cada ano. Anteriormente, a carteira vigorava entre o primeiro dia útil de dezembro e o último dia de novembro do ano seguinte.
Com isso, a próxima composição valerá entre 03/01/2011 e 30/12/2011. Já o anúncio das empresas e ações que irão compor o ISE a cada ano continuará sendo efetuado sempre no mês de novembro – em 2010, a divulgação ocorrerá no dia 25/11.
Ainda de acordo com a Bolsa, o objetivo da medida é possibilitar que gestores de fundos de ações e outros participantes do mercado tenham mais tempo para ajustar seus investimentos baseados ou espelhados no ISE.
Abrasca perde o colaborador Roberto Gomes
Morreu na manhã desta sexta-feira, 29, Roberto Gomes Pereira, gerente administrativo da ABRASCA-Associação Brasileira das Cias. Abertas.
Mineiro de nascimento, Roberto era carioca por adoção. Dono de um texto cheio de estilo, cuidou da gerência administrativa da Associação, no Rio, por mais de uma década, com muito zelo.
Mineiro de nascimento, Roberto era carioca por adoção. Dono de um texto cheio de estilo, cuidou da gerência administrativa da Associação, no Rio, por mais de uma década, com muito zelo.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
MMX contrata Formador de Mercado
A Empresa MMX distribuiu o seguinte Comunicado nesta quinta-feira, dia 28 de outubro:
"Em atendimento às disposições da Instrução CVM nº 358, de 03 de janeiro de 2002, a MMX Mineração e Metálicos S.A. ("MMX"; "Companhia"; Bovespa: MMXM3) comunica a seus acionistas e ao mercado em geral que, de acordo com o disposto na Instrução CVM nº 384, de 17 de março de 2003, contratou o CREDIT SUISSE (BRASIL) S.A. CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS, sociedade inscrita no CNPJ/MF sob o nº 42.584.318/0001-07, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 3064 - 13º e 14º andares (parte), para exercer a função de formador de mercado ("market maker"), com o objetivo de fomentar a liquidez de suas ações ordinárias (MMXM3) no âmbito da Bolsa de Valores de São Paulo - BOVESPA, pelo período de 01 (um) ano, prorrogável automaticamente por igual período caso não haja manifestação contrária de qualquer das partes.
A Companhia informa, ainda, que 271.395.789 (duzentos e setenta e um milhões, trezentos e noventa e cinco mil, setecentos e oitenta e nove) ações ordinárias se encontram em circulação no Novo Mercado da BOVESPA e que não celebrou qualquer contrato regulando o exercício do direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários de sua emissão com o formador de mercado."
Roger Downey
Diretor Presidente e de Relações com Investidores
MMX Mineração e Metálicos S.A.
Sobre a MMX
A MMX, empresa de mineração, foi criada em 2005 pelo acionista controlador Eike Batista. Atualmente, a MMX é composta por dois sistemas em operação, MMX Corumbá e MMX Sudeste. O Sistema MMX Corumbá iniciou suas operações em 2005. Já o Sistema MMX Sudeste é composto por duas unidades: a Unidade Serra Azul, formada por duas mineradoras em operação no Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais, e a Unidade de Bom Sucesso, onde iniciará as pesquisas geológicas e estudos de engenharia para o desenvolvimento da Mina. A Minera MMX de Chile, por sua vez, busca o desenvolvimento de novos negócios e parcerias no Chile, reconhecidos pela qualidade de seus recursos naturais. A MMX continua avaliando oportunidades de crescimento, seja por crescimento orgânico ou aquisições, mantendo o compromisso e a história de crescimento que tanto a diferenciou até agora. Para mais informações visite o site: www.mmx.com.br/ri.
AVISO LEGAL
Este documento contém algumas afirmações e informações relacionadas à Companhia que refletem a atual visão e/ou expectativa da Companhia e de sua administração a respeito do seu plano de negócios. Estas afirmações incluem, entre outras, todas as afirmações que denotam previsão, projeção, indicam ou implicam resultados, performance ou realizações futuras, podendo conter palavras como "acreditar", "prever", "esperar", "contemplar", "provavelmente resultará" ou outras palavras ou expressões de acepção semelhante. Tais afirmações estão sujeitas a uma série de expressivos riscos, incertezas e premissas. Advertimos que diversos fatores importantes podem fazer com que os resultados reais divirjam de maneira relevante dos planos, objetivos, expectativas, estimativas e intenções expressas neste documento. Em nenhuma hipótese a Companhia ou seus conselheiros, diretores, representantes ou empregados serão responsáveis perante quaisquer terceiros (inclusive investidores) por decisões ou atos de investimento ou negócios tomados com base nas informações e afirmações constantes desta apresentação, e tampouco por danos indiretos, lucros cessantes ou afins. A Companhia não tem intenção de fornecer aos eventuais detentores de ações uma revisão das afirmações ou análise das diferenças entre as afirmações e os resultados reais. É recomendado que os investidores analisem detalhadamente o prospecto da MMX, incluindo os fatores de risco identificados no mesmo. Esta apresentação não contém todas as informações necessárias a uma completa avaliação de investimento na Companhia. Cada investidor deve fazer sua própria avaliação, incluindo os riscos associados, pra tomada de decisão de investimento.
Contatos
Investidores: Camila Anker + 55 21 2555 6197
Rafaela Gunzburger + 55 21 2555 6338
ri@mmx.com.br
"Em atendimento às disposições da Instrução CVM nº 358, de 03 de janeiro de 2002, a MMX Mineração e Metálicos S.A. ("MMX"; "Companhia"; Bovespa: MMXM3) comunica a seus acionistas e ao mercado em geral que, de acordo com o disposto na Instrução CVM nº 384, de 17 de março de 2003, contratou o CREDIT SUISSE (BRASIL) S.A. CORRETORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS, sociedade inscrita no CNPJ/MF sob o nº 42.584.318/0001-07, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 3064 - 13º e 14º andares (parte), para exercer a função de formador de mercado ("market maker"), com o objetivo de fomentar a liquidez de suas ações ordinárias (MMXM3) no âmbito da Bolsa de Valores de São Paulo - BOVESPA, pelo período de 01 (um) ano, prorrogável automaticamente por igual período caso não haja manifestação contrária de qualquer das partes.
A Companhia informa, ainda, que 271.395.789 (duzentos e setenta e um milhões, trezentos e noventa e cinco mil, setecentos e oitenta e nove) ações ordinárias se encontram em circulação no Novo Mercado da BOVESPA e que não celebrou qualquer contrato regulando o exercício do direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários de sua emissão com o formador de mercado."
Roger Downey
Diretor Presidente e de Relações com Investidores
MMX Mineração e Metálicos S.A.
Sobre a MMX
A MMX, empresa de mineração, foi criada em 2005 pelo acionista controlador Eike Batista. Atualmente, a MMX é composta por dois sistemas em operação, MMX Corumbá e MMX Sudeste. O Sistema MMX Corumbá iniciou suas operações em 2005. Já o Sistema MMX Sudeste é composto por duas unidades: a Unidade Serra Azul, formada por duas mineradoras em operação no Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais, e a Unidade de Bom Sucesso, onde iniciará as pesquisas geológicas e estudos de engenharia para o desenvolvimento da Mina. A Minera MMX de Chile, por sua vez, busca o desenvolvimento de novos negócios e parcerias no Chile, reconhecidos pela qualidade de seus recursos naturais. A MMX continua avaliando oportunidades de crescimento, seja por crescimento orgânico ou aquisições, mantendo o compromisso e a história de crescimento que tanto a diferenciou até agora. Para mais informações visite o site: www.mmx.com.br/ri.
AVISO LEGAL
Este documento contém algumas afirmações e informações relacionadas à Companhia que refletem a atual visão e/ou expectativa da Companhia e de sua administração a respeito do seu plano de negócios. Estas afirmações incluem, entre outras, todas as afirmações que denotam previsão, projeção, indicam ou implicam resultados, performance ou realizações futuras, podendo conter palavras como "acreditar", "prever", "esperar", "contemplar", "provavelmente resultará" ou outras palavras ou expressões de acepção semelhante. Tais afirmações estão sujeitas a uma série de expressivos riscos, incertezas e premissas. Advertimos que diversos fatores importantes podem fazer com que os resultados reais divirjam de maneira relevante dos planos, objetivos, expectativas, estimativas e intenções expressas neste documento. Em nenhuma hipótese a Companhia ou seus conselheiros, diretores, representantes ou empregados serão responsáveis perante quaisquer terceiros (inclusive investidores) por decisões ou atos de investimento ou negócios tomados com base nas informações e afirmações constantes desta apresentação, e tampouco por danos indiretos, lucros cessantes ou afins. A Companhia não tem intenção de fornecer aos eventuais detentores de ações uma revisão das afirmações ou análise das diferenças entre as afirmações e os resultados reais. É recomendado que os investidores analisem detalhadamente o prospecto da MMX, incluindo os fatores de risco identificados no mesmo. Esta apresentação não contém todas as informações necessárias a uma completa avaliação de investimento na Companhia. Cada investidor deve fazer sua própria avaliação, incluindo os riscos associados, pra tomada de decisão de investimento.
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Profissionais de Investimentos vão às eleições para renovar APIMECs
A Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) realizará eleições para escolher os futuros governantes da Associação. Neste processo, que se estenderá entre os dias 10 e 25 de novembro, serão eleitos o Presidente e o Vice da Apimec Nacional, Presidentes e Vices das regionais. Haverá também renovação parcial do Conselho Diretor das regionais.
Para a presidência da Apimec Nacional, a chapa Governança traz Lucy
Sousa, atual presidente da Apimec Nacional como candidata à presidência e David Rodolpho Navegantes como vice. O principal desafio da nova gestão é dar continuidade à implantação da supervisão da atividade do analista de valores mobiliários, em regime de autorregulação, conforme disposto na Instrução CVM 483/2010, assim como coordenar e monitorar o PEC-Programa de Educação Continuidade, também introduzido pela referida instrução.
Os associados das seis regionais da Apimec (Distrito Federal, Minas Gerais, Nordeste, Rio de Janeiro, São Paulo e Sul) também escolherão seus representantes regionais. Além das atividades associativas, o novo desafio para os eleitos é o desenvolvimento de atividades técnicas voltadas para o PEC, que tem como objetivo promover a qualificação e renovação da certificação dos profissionais de investimento.
Para a regional Distrito Federal da Associação, a chapa para presidência traz Alexandre Guimarães como candidato à presidência e José Ernesto Duarte de Almeida, como vice. Para o Conselho Diretor, os associados precisam escolher três dos candidatos a seguir: Adonis Assumpção Pereira Júnior, Fabrício Alencar de Andrade, Jorge Luiz Salomão de Oliveira, José Carlos Silveira Barbosa e Sinécio Jorge Greve.
Para a Apimec Minas Gerais, os candidatos serão José Domingos Vieira
Furtado, como presidente e Antônio Carlos Vélez Braga. Para o Conselho Diretor, os candidatos são Antônio Benício Siqueira, Asley Assunção Moreira, Cláudia Maria Moreira de Abreu e Nivaldo Coimbra de Paula.
Na regional Nordeste, a chapa Novas Tendências tem como candidatos Célio Fernando Bezerra Melo, para presidente, e Dário Sousa Pereira, para vice. Para o Conselho Diretor, serão eleitos dois dos candidatos a seguir: Raimundo Porto Filho, José Maria Porto Magalhães Sobrinho e Geraldo de Lima Gadelha Filho.
Para o Rio de Janeiro, a disputa fica entre a chapa TGS (Transparência - Governança -Sustentabilidade), de Luiz Guilherme Ferreira Dias, candidato à presidente e Marcos Oscar Tisser, como vice e a Chapa Desenvolvimento, com Hélio Darwich Nogueira e Carmen Lucia Classen Kanter. Os associados terão que escolher também 5 nomes que farão parte do Conselho Diretor da regional. Os Candidatos são Antônio Jorge Vasconcelos da Cruz, Augusto Francisco da Silva, Carlos Antônio Magalhães de Almeida, Daniel Amorim Rangel, Heitor Lyra, Hugo Rocha Braga, José Maria Souza Adeodato, José Ribamar Nogueira Brandão e Maria de Fátima Pimentel.
Na Apimec São Paulo, os concorrentes ao cargo são as chapas Convergência, com Reginaldo Alexandre, candidato à presidente e Ricardo Tadeu Martins, vice e a chapa Reconstrução Sustentável, com Roberto Sousa Gonzales concorrendo ao cargo de presidente e Marco Antonio Ozeki Saravalle para vice. Os candidatos às cinco vagas para o Conselho Diretor são: João Francisco de Aguiar, Paulo Roberto Esteves de Barros Souza, Osvaldo Alves Soares, Harold Thau, Luiz Afram, Clodoir Gabriel Vieira e Antonio Carlos Colangelo Luz.
Já na Apimec Sul, Marco Antonio dos Santos Martins e Christian Torsten Klemt formam chapa para presidência. Os candidatos ao Conselho Diretor, para as três vagas disponíveis, são: Alexandre Torrano da Cunha, Ari José Hilgert, Cody Leivas Pires e Ivanor de Oliveira Torres.
Este ano, todo o processo será feito pela internet. O resultado será anunciado no dia 26 de novembro através do Portal Apimec.
Para a presidência da Apimec Nacional, a chapa Governança traz Lucy
Sousa, atual presidente da Apimec Nacional como candidata à presidência e David Rodolpho Navegantes como vice. O principal desafio da nova gestão é dar continuidade à implantação da supervisão da atividade do analista de valores mobiliários, em regime de autorregulação, conforme disposto na Instrução CVM 483/2010, assim como coordenar e monitorar o PEC-Programa de Educação Continuidade, também introduzido pela referida instrução.
Os associados das seis regionais da Apimec (Distrito Federal, Minas Gerais, Nordeste, Rio de Janeiro, São Paulo e Sul) também escolherão seus representantes regionais. Além das atividades associativas, o novo desafio para os eleitos é o desenvolvimento de atividades técnicas voltadas para o PEC, que tem como objetivo promover a qualificação e renovação da certificação dos profissionais de investimento.
Para a regional Distrito Federal da Associação, a chapa para presidência traz Alexandre Guimarães como candidato à presidência e José Ernesto Duarte de Almeida, como vice. Para o Conselho Diretor, os associados precisam escolher três dos candidatos a seguir: Adonis Assumpção Pereira Júnior, Fabrício Alencar de Andrade, Jorge Luiz Salomão de Oliveira, José Carlos Silveira Barbosa e Sinécio Jorge Greve.
Para a Apimec Minas Gerais, os candidatos serão José Domingos Vieira
Furtado, como presidente e Antônio Carlos Vélez Braga. Para o Conselho Diretor, os candidatos são Antônio Benício Siqueira, Asley Assunção Moreira, Cláudia Maria Moreira de Abreu e Nivaldo Coimbra de Paula.
Na regional Nordeste, a chapa Novas Tendências tem como candidatos Célio Fernando Bezerra Melo, para presidente, e Dário Sousa Pereira, para vice. Para o Conselho Diretor, serão eleitos dois dos candidatos a seguir: Raimundo Porto Filho, José Maria Porto Magalhães Sobrinho e Geraldo de Lima Gadelha Filho.
Para o Rio de Janeiro, a disputa fica entre a chapa TGS (Transparência - Governança -Sustentabilidade), de Luiz Guilherme Ferreira Dias, candidato à presidente e Marcos Oscar Tisser, como vice e a Chapa Desenvolvimento, com Hélio Darwich Nogueira e Carmen Lucia Classen Kanter. Os associados terão que escolher também 5 nomes que farão parte do Conselho Diretor da regional. Os Candidatos são Antônio Jorge Vasconcelos da Cruz, Augusto Francisco da Silva, Carlos Antônio Magalhães de Almeida, Daniel Amorim Rangel, Heitor Lyra, Hugo Rocha Braga, José Maria Souza Adeodato, José Ribamar Nogueira Brandão e Maria de Fátima Pimentel.
Na Apimec São Paulo, os concorrentes ao cargo são as chapas Convergência, com Reginaldo Alexandre, candidato à presidente e Ricardo Tadeu Martins, vice e a chapa Reconstrução Sustentável, com Roberto Sousa Gonzales concorrendo ao cargo de presidente e Marco Antonio Ozeki Saravalle para vice. Os candidatos às cinco vagas para o Conselho Diretor são: João Francisco de Aguiar, Paulo Roberto Esteves de Barros Souza, Osvaldo Alves Soares, Harold Thau, Luiz Afram, Clodoir Gabriel Vieira e Antonio Carlos Colangelo Luz.
Já na Apimec Sul, Marco Antonio dos Santos Martins e Christian Torsten Klemt formam chapa para presidência. Os candidatos ao Conselho Diretor, para as três vagas disponíveis, são: Alexandre Torrano da Cunha, Ari José Hilgert, Cody Leivas Pires e Ivanor de Oliveira Torres.
Este ano, todo o processo será feito pela internet. O resultado será anunciado no dia 26 de novembro através do Portal Apimec.
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