quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Mídias Sociais e Comunicação Estratégica serão temas de palestra no dia 5

Na era do conhecimento e da alta velocidade da comunicação, com o crescimento vertiginoso das mídias sociais, empresários da região do ABC terão oportunidade de conhecer e avaliar algumas das ferramentas de comunicação como propulsoras de negócios. “A Comunicação Estratégica e os Impactos Positivos nos Negócios” é o tema de palestra, que trará orientações, dicas e armadilhas no dia a dia empresarial. Evento acontece no dia 5 de outubro, em Santo André.

Durante 45 minutos de apresentação serão abordadas as necessidades mais comuns no mundo corporativo. “É importante o empresário reconhecer a comunicação como elemento estratégico em seu negócio, porque só desta maneira terá como adotar adequadamente as ferramentas a seu favor”, explica o jornalista Eduardo Borga, professor universitário e diretor da Virtual Comunicação.

Cases e orientações práticas serão apresentados por Eduardo Borga e Nelson Tucci, revelando uma maneira simples e funcional de lidar com situações imprevistas, bem como executar um planejamento adequado de comunicação com foco em resultados. O evento é parte do Ciclo de Palestras que o Grupo Mercosul promove na região do ABC, na próxima terça-feira às 19h30. Inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo email eventos@grupomercosul.com.br

MERCOSUL - Um dos líderes do mercado nacional no segmento marcas e patentes, o Grupo Mercosul acaba de inaugurar sua sede em Santo André. De olho na expansão das pequenas e médias empresas, o grupo pretende saltar dos atuais 5% para 50% de market share na região do ABC, em dois anos. "Apostamos muito na diversificação e crescimento dos negócios nesta região, à qual já conhecemos bastante pela nossa atuação em registros, gestão de marcas e arbitragens locais", destaca o diretor presidente Valmir Medina, lembrando que o Ciclo de Palestras é uma forma de prestar serviços à comunidade empresarial da região.

Serviço

“A Comunicação Estratégica e os Impactos Positivos nos Negócios”
DATA: 05 de Outubro de 2010 (terça-feira)
HORÁRIO: 19h30
LOCAL: Av. XV de Novembro, 568 - Centro (ao lado da ACISA) - Santo André/SP
Fone: (11) 3255.1818

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Prêmio Abrasca Melhor Relatório Anual registra crescimento e será disputado por 97 companhias

A 12° edição do PRÊMIO ABRASCA MELHOR RELATÓRIO ANUAL conta com 97 empresas inscritas. Considerado uma espécie de “Oscar” do mercado financeiro, a premiação é destinada ao melhores Relatórios Anuais referentes ao ano anterior (2009). Este ano a entrega ocorrerá no Auditório da BM&FBovespa, em São Paulo, no dia 9 de novembro.

As empresas concorrerão em categorias subdivididas. Na categoria Companhias Abertas Grupo 1 (empresa com receita líquida acima ou igual a R$ 1 bilhão) 48 empresas estão inscritas, já na categoria Companhias Abertas Grupo 2 (empresa com receita líquida abaixo de R$ 1 bilhão) concorrem 15 entidades. Na Categoria Companhias Fechadas (Grupo 1) foram 13 empresas e para o Grupo 2 se inscreveram 8. Em Organizações Não-Empresariais inscreveram-se 13 companhias.

Também serão premiadas, com menções 5 honrosas, os destaques em análise econômico-financeira, aspectos sócio-ambientais, estratégia, gestão de risco e governança corporativa. A premiação ocorre no dia 09/11 às 10h, na BM&FBOVESPA .

HISTÓRICO - Na edição anterior o Prêmio registrou a participação de 85 relatórios, o que demonstra crescimento de 14% neste ano. O Banco Bradesco e a Santos Brasil Participações foram as companhias vencedoras, respectivamente nas Categorias Companhia Aberta Grupo 1 e Grupo 2. Já na Categoria Companhias Fechadas venceram a Samarco Mineração (Grupo 1) e a TBG (Grupo 2). A INPEV foi a vencedora do prêmio na nova categoria Organizações Não-Empresariais.

O PRÊMIO ABRASCA MELHOR RELATÓRIO conta com apoios da ABERJE, AMEC, ANBID, ANEFAC, ANDIMA, APIMEC NACIONAL, APIMEC-SÃO PAULO, BM&FBOVESPA, IBEF-SÃO PAULO, IBGC, IBRACON, IBRI e INI. A coordenação é dos professores Lélio Lauretti e Lucy Sousa. Outras informações pelo telefone (011) 3107-5557 ou site www.abrasca.org.br

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

sábado, 25 de setembro de 2010

ARTIGO - Planejamento, Eis a Questão

Por Jorge Guzo (*)
Numa situação de dificuldades no negócio com queda nas vendas nos últimos meses, excesso de estoque de alguns itens de produto acabado sem previsão de venda no trimestre, falta de outros itens que os clientes fizeram pedidos recentemente e não é possível produzi-los por conta de falta de matéria prima. “É sempre assim, a área comercial vende o que não tem em estoque e a fábrica produz o que não se consegue vender”. Conseqüentemente nos últimos meses já foi detectado que estamos perdendo pedidos para a concorrência e no momento já estamos enfrentando dificuldades em cumprir compromissos financeiros com fornecedores, talvez tenhamos que recorrer a bancos. O que está acontecendo de errado nessa empresa?

Quantas empresas passam por essas dificuldades desse tipo sistematicamente?

Vamos retroceder no tempo, imagine que há algum tempo atrás o negócio dessa empresa ia caminhando muito bem, o mercado estava comprador, em crescimento, o que se era produzido era vendido rapidamente, era difícil administrar as vendas porque era difícil atender a todos na quantidade e no prazo de entrega, daí a primeira dificuldade: administrar as vendas por conta do excesso de demanda. Os resultados financeiros eram ótimos.

A partir da dificuldade de entregar o que os clientes queriam, os diretores decidiram tomar ações urgentes para melhorar os resultados financeiros, a diretriz era ganhar dinheiro nessa fase de alta no mercado, o mercado estava comprador, vamos aumentar os preços e aumentar o lucro da empresa ao máximo possível.

O que você faria? O mesmo que os diretores dessa empresas fizeram? Não necessariamente tudo isso e dessa forma, mas, nós gestores na maioria das vezes somos mais sensíveis (pressão) a buscar ações de curto prazo (urgência) e que tenham um impacto positivo nos resultados do negócio, também com enfoque no curto prazo (ganhar dinheiro rápido e fácil), portanto muitas vezes a velocidade nas decisões e ações é fundamental.

Seriamos muito imprecisos em afirmar que teríamos que agir diferentemente dos gestores dessa empresa hipotética, pois, sempre estamos sob pressão, todos os dias temos que decidir e agir velozmente, enfoque no curto prazo e ganhar mais dinheiro e rápido é sempre mandatório nos negócios, certo?

Mas o que pode ter acontecido de errado com essa empresa? Será que eles estudaram a situação do negócio dentro do contexto de mercado? Estudaram os “por que´s” da demanda excessiva? Quais eram os pontos fortes da empresa em relação aos concorrentes (e/ou fracos)? Quais seriam as vantagens e desvantagens competitivas da empresa? Estudos poderiam ser feitos, tais como: de possíveis riscos para a empresa, tais como: demanda por conta de “bolha de consumo”, falta de matéria prima e aumento do preço por conta da excessiva demanda? Avaliação de capacidade, flexibilidade no ajuste de demanda, capacitação de pessoal, recursos de pessoal, saúde financeira, etc.? Estudo sobre os clientes, principalmente o índice de satisfação dos clientes por conta de entrega e flexibilidade dos pedidos, qualidade dos produtos, assistência pós-vendas, negociação de preços e volumes, etc. Será que tudo isso foi feito?

O procedimento apropriado de gestão recomenda fazer todos esses estudos para depois tomar as decisões e iniciar as ações, certo?
Todas essas definições não seriam contraditórias? Por um lado, temos que ser ágeis e velozes nas decisões e ações para ter conseqüentemente ótimos resultados financeiros, e é praticamente mandatório fazer estudos da situação do negócio, da empresa dentro do contexto de mercado, se não fizermos isso corremos grandes riscos de levar o negócio para o buraco. O que fazer?

O que diferencia essa empresa de uma outra considerada “benchmarking” (referência no mercado)? Por que então temos empresas diferenciadas positivamente comparando-as com a maioria no mercado? Qual é a diferença entre quem é “benchmarking” no mercado perante as demais? O que essas empresas que são referencia positiva no mercado fazem diferentemente?

As empresas “benchmarking” usam na gestão do negócio delas a ferramenta chamada PDCA: “Plan” (Planejar), “Do” (Fazer), “Check” (Verificar) e “Act” (Agir / Ajustar), mais precisamente fazem planejamento.

No PDCA as empresas “benchmarking” dão mais prioridade ao “P” (Planejar) que é levar em conta nos estudos (antes de decidir e tomar ações): as necessidades e expectativas dos “stakeholders” (partes interessadas no negócio: clientes, parceiros, colaboradores, acionistas e comunidade) no presente e futuro; para planejar usam medições e informações de mercado tais como: pesquisas e dados de clientes, concorrentes, tendências de tecnologias, dentre outras.

A maioria das empresas, “as empresas comuns” por conta da urgência define as ações em busca de resultados passando por cima do “P”, isto é, deixam de lado o “Planejar”, indo direto para o “D” (Fazer), e o que isso provoca no negócio? Nas ações, são necessárias inúmeras paradas para correções e ajustes, entra-se no processo de “looping”, o tempo da implantação fica longo, na linguagem popular esse é o processo “Curto – Longo” (curto tempo investido no “P” e longo tempo investido no “D”).

Enfim, o que as empresas “benchmarking” fazem? Fazem o processo Longo – Curto, investem longo tempo no “P” e Curto tempo no “D”, isto é, as ações rápidas e eficazes com resultados excelentes, sem interferências de ajustes.
Mas e os critérios urgência e velocidade? Como ficam? O que as empresas “benchmarking” fazem? A resposta é simples, não esperam o critério urgência chegar, planejam com dois a quatro anos de antecedência, isso significa que as ações em andamento hoje foram planejadas de dois a quatro anos atrás.

Planejar é importante? Sim! Implantar eficazmente as ações é importante? Sim! Podemos concluir que ambos são importantes… e devemos concluir também que não adianta em nada se ter um excelente Plano Estratégico sem uma excelente implantação das ações e ainda, dificilmente teremos uma excelente implantação de ações sem uma excelente fase de planejamento.

“Planejar a longo prazo não é tomar decisões relativas ao futuro, planejar é lidar com o futuro nas decisões atuais”. (Peter Druker)

(*) JORGE GUZO é consultor de empresas, professor universitário e ex-secretário de Administração e Modernização de Santo André e parceiro da Virtual Comunicação. CONTATO: guzo@guzo.com.br

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Bovespa já é a 2ª maior do mundo

A BM&FBovespa se tornou nesta quinta-feira (23) a segunda maior Bolsa do mundo em valor de mercado. Com o encerramento do pregão desta quinta-feira (23) a Bolsa paulista, como empresa, passou a valer R$ 30,4 bilhões, o equivalente a US$ 17,7 bilhões no câmbio atual.

Por uma diferença de US$ 200 milhões, ela passou, assim, a Bolsa de Chicago em valor de mercado, que encerrou a quinta-feira valendo US$ 17,5 bilhões. A bolsa de Hong Kong é a mais valiosa, com valor de US$ 19,8 bilhões.

O valor da BM&FBovespa é 25% maior que o valor de mercado somado da Bolsa de Valores de Nova York (Nyse), da Bolsa de Londres (LSE) e da Nasdaq.

Valor de mercado é o preço de cada ação da empresa multiplicado pelo número de papéis em circulação, ou seja, representa o quanto um investidor pagaria se fosse possível comprar todas as ações da companhia. Isso significa que esse valor varia diariamente, de acordo com a cotação dos papéis da empresa.

Em março de 2008, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e a Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) se fundiram, formando, na época, a quarta maior bolsa do mundo, a BM&FBovespa.

Maiores Bolsas do mundo de capital aberto em Valor de Mercado

Ranking Bolsa País Principal Índice em US$ bilhões

1º Hong Kong Exchange and Clearing China HS Index 19,8
2º BM&F Bovespa Brasil Ibovespa 17,7
3º Chicago Mercantile Exchange EUA Nasdaq Composite 17,5
4º Deutsche Boerse Alemanha DAX 13,0
5º Intercontinental Exchange EUA Dow Jones 7,5
6º Nyse Euronext EUA Dow Jones 7,4
7º Singapore Exchange Cingapura Straits Times Index 7,2
8º Australia Exchange Austrália All Share 5,3
9º Nasdaq OMX Group EUA Nasdaq Composite 3,9
10º London Stock Exchange Inglaterra FTSE 100 2,9

(texto extraído do site UOL)

BRAZIL DAY acontece em Outubro, em NY

Tradicional evento apresentando o Brasil e empresas brasileiras para investidores estrangeiros, o Brazil Day está agendado para o próximo dia 19 de outubro de 2010, no auditório da Bloomberg Television de Nova Iorque (Estados Unidos).

Destinado exclusivamente a analistas, portfolio managers, directors of research, assets e investidores de instituições norte-americanas, o evento é promovido pelo ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas), IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores), Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), além da BM&FBOVESPA.

São presenças confirmadas as seguintes empresas: Banco do Brasil; Banco Bradesco; Banco Panamericano; Braskem; Brookfield; Cemig; CSN; Eletrobras; Gerdau; JHFS; MRV; Oi; Petrobras; Sabesp e Usiminas.

ESta é aquinta edição do BRAZIL DAY. A última aconteceu em 2008 (sempre a cada dois anos) e contou com 21 empresas brasileiras que se apresentaram a 274 participantes através de oito painéis setoriais.

O evento é patrocinado pelo Banco Bradesco de Investimento (BBI), Eletrobras, JPMorgan e PricewaterhouseCoopers.