terça-feira, 18 de setembro de 2012

Ouça a webcast do II Encontro de Contabilidade e Auditoria, o novo Fórum das Sociedades de Grande Porte


SÃO PAULO, 18 de Setembro de 2012 - A contabilidade no Brasil vive um momento particular nestes últimos três anos, com a aplicação do IFRS (International Financial Reporting Standards, o padrão internacional de normatização contábil). Um ciclo de consolidação, iniciado há cinco anos com a alteração da Lei 11.638, previsível na avaliação de Antonio Castro, presidente da Associação Brasileira das Cias. Abertas (ABRASCA), que tem acompanhado pari passu essa questão -- tanto que a entidade é uma das fundadoras do CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis).

"Nós estamos mudando o paradigma de uma contabilidade que no passado teve um enfoque mais fiscal. Estamos discutindo o novo conceito que traz a predominância da essência sobre a forma", destaca o economista Antonio Castro, que também tem sido um incentivador do Relatório Integrado por parte de empresas e demais organizações.

E a necessidade de discutir todas essas mudanças de forma clara e sistemática levou a ABRASCA e o IBRACON ( Instituto dos Auditores Independentes do Brasil ) a estabelecer uma parceria e promover, conjuntamente, o "Encontro de Contabilidade e Auditoria para Companhias Abertas e Sociedades de Grande Porte", que teve a sua 1ª edição em agosto do ano passado e a 2ª edição nos últimos dias 10 e 11.

"O evento revestiu-se de pleno êxito, com altíssimo nível de discussões de parte dos expositores e convidados junto aos mais de 200 participantes", observou o presidente da ABRASCA, destacando o apoio de todas as empresas parceiras. "E entre esse grupo que nos honra e prestigia quero destacar a PR Newswire pela sua excelência profissional".

A partir desta data, 18 de Setembro, a PR Newswire disponibiliza um link para o áudio da webcast por ela produzido. Acesse http://www.mediatown.com.br/prnewswire/player/?id=964

Viracopos anuncia a operação da segunda pista para 2017

Aeroporto de Viracopos vai ganhar a segunda pista em cinco anos. Foi o que prometeu, nesta segunda-feira, 17, a concessionária Aeroportos Brasil que o administra, estimando que com duas pistas simultâneas em operação Campinas aumentará sua capacidade de passageiros para 22 milhões / ano.

Na mesma oportunidade foi anunciada a construção de uma estação de trem para conectar o Aeroporto Internacional a dois modais: o Trem de Alta Velocidade (TAV), que fará a ligação Campinas-SãoPaulo-Rio, e o Trem Expresso, que ligará São Paulo-Jundiaí-Campinas.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Relatório sobre Emissão de Carbono mobiliza empresas, investidores e repercute na mídia nacional e internacional

Sérgio Abranches comenta, na Rádio CBN, o Relatório do CDP, mostrando a preocupação e o envolvimento das empresas na questão das emissões de CARBONO e o rumo à economia de baixo carbono.

http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/sergio-abranches/SERGIO-ABRANCHES.htm


DEU NO NEW YORK TIMES...
http://green.blogs.nytimes.com/2012/09/12/corporations-slow-to-act-on-climate-change-report-says/

E NA REPÚBLICA DOMINICANA...
http://www.elsoldominicano.com/component/content/article/20-las-judiciales/1340-aumenta-la-percepcion-sobre-riesgo-climatico-entre-las-empresas

E NO MÉXICO...
http://www.diariolibertad.org.mx/dlib/index.php?option=com_content&view=article&id=13426:aumenta-la-percepcion-sobre-riesgo-climatico-entre-las-empresas-&catid=3:juicios-y-opiniones&Itemid=2

NOVAMENTE NO MÉXICO...
http://www.3ersector.org.mx/index.php?option=com_content&view=article&id=8667:aumenta-la-percepcion-sobre-riesgo-climatico-entre-las-empresas&catid=2:2010&Itemid=5

PELOS BLOGS...
http://informativoproyecto5.blogspot.com.br/


E NO URUGUAY...
http://www.puntanews.com.uy/economia/7710-aumenta-la-percepcion-sobre-riesgo-climatico-entre-las-empresas.html

E COM DESTAQUE NA PLURALE EM SITE...

http://www.plurale.com.br/noticias-ler.php?cod_noticia=12416&q=Relat%F3rio+do+CDP+revela+que+a+percep%E7%E3o+das+empresas%0D%0A%0D%0A+sobre++o+risco+clim%E1tico+saltou+de+10%25+para+37%25%2C+comparando+este+ano+em+rela%E7%E3o+a+2011

** O CDP Brasil  & América Latina é o mais novo cliente de Assessoria de Imprensa da Virtual Comunicação

CODIM chama atenção para o site das companhias como veículo de informação

O site é a principal fonte de informação para acionistas e pessoas interessadas na companhia. O nível de disclosure é único com todos os públicos e o website deve permitir a interação entre estes e a companhia.


As colocações acerca de transparência são do empresário Hélio Garcia, representante do IBRI-Instituto Brasileiro de Relações com Investidores, durante o II Seminário CODIM – Melhores Práticas de Divulgação de Informações ao Mercado. Na opinião de Rodrigo Azevedo, presidente do Comunique-se, o website da empresa precisa ter clareza, simplicidade e ser amigável com os vários meios (PC, tablet, iPAD etc).

Edson Garcia da AMEC (associação de gestores e minoritários no mercado de capitais) falou sobre o email. “O ideal é o ´email mini-saia´, que cobre o essencial mas é curto o suficiente para chamar a atenção”, disse ele, sugerindo padronização e sintetização no processo de comunicação às empresas.

Fernando Soares Vieira, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), fez um breve relato da área de Relações com Empresas daquele Colegiado e disse que a CVM recomenda os pronunciamentos do CODIM, o Comitê de Orientação de Informações ao Mercado, composto por 12 entidades: Abrapp, ABRASCA, Anbima, Apimec, AMEC, Ancord, Anefac, BM&FBovespa, CFC, IBGC, IBRI e Ibracon.

Geraldo Soares (IBRI), Haroldo Levy (Apimec) e Edemir Pinto (BM&FBovespa) também participaram da abertura do evento, que reuniu 150 pessoas no Auditório da Bolsa na quinta-feira, 13.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Mudanças climáticas já são parte da estratégia de negócios das grandes organizações


As mudanças climáticas já estão impactando a forma de fazer negócios. É o que mostra o relatório “Succeeding in an uncertain, resource constrained world”, lançado nesta semana pelo Carbon Disclosure Project (CDP). De acordo com a publicação, 81% das empresas respondentes identificam riscos físicos advindos das mudanças climáticas. Do universo pesquisado, 78% das companhias já consideram o risco climático em suas estratégias de negócio.

Essas e outras tendências foram discutidas no CDP Global Climate Forum, que marcou o lançamento do relatório em uma teleconferência realizada, na última quarta-feira, em 10 cidades simultaneamente, entre elas São Paulo, Londres, Nova Iorque, San Francisco, Washington D.C., Paris, Lisboa, Mombai e Cidade do México. A crise financeira internacional, que ainda causa turbulência nos mercados internacionais, foi preocupação presente nas discussões, bem como a aceleração na busca de soluções com vistas a uma economia de baixo carbono. “As empresas atentas às demandas dos consumidores já estão mudando a forma de fazer negócios devido às mudanças climáticas, a despeito de uma regulação global nessa área. As decisões que perpetuam uma economia legítima, de baixo carbono e de alto crescimento vão trazer valor considerável para aqueles que tiverem a visão de futuro para tomá-las”, enfatizou Paul Simpson, CEO do CDP.

INVESTIDORES GLOBAIS

As informações administradas pelo CDP podem ajudar a iluminar esse caminho. Hoje, mais de 3700 corporações respondem aos pedidos de informações enviados pelo CDP em nome de 656 investidores globais, entre fundos de pensão, asset managements, bancos e seguradoras. O CDP detém hoje o maior banco de dados do mundo sobre ações corporativas na área de mudanças climáticas. Ao prover uma plataforma global de reporte, o CDP permite que as empresas dialoguem com seus investidores e demais partes interessadas sobre um tema que ocupa posição cada vez mais destacada na estratégia de negócio. Além disso, companhias e investidores passam a contar com informações mais consistentes para a tomada de decisão, considerando riscos de médio e longo prazo associados às mudanças climáticas.

Nesse cenário, a cooperação entre empresas, ONGs e governos será fundamental para avançar na inovação e na busca de oportunidades para se fazer mais com menos. “Estamos saindo de uma era de competição para um período em que as organizações precisarão colaborar entre si para desenvolver as soluções que o mundo tanto necessita, sob pena de comprometer sua própria perenidade. As mudanças climáticas são o exemplo mais notório dessa tendência”, ressalta Fernando Figueiredo, Diretor do CDP no Brasil.

No próximo mês, o CDP realizará os lançamentos da suas edições no Brasil e América Latina, que trarão um panorama de como a gestão de emissões está sendo tratada nessas geografias. O relatório CDP América Latina 2012 também será lançado em uma teleconferência internacional, a ser realizada no dia 25 de Outubro em seis cidades simultaneamente: Buenos Aires, Cidade do México, Lima, Santiago, São Paulo e Rio de Janeiro simultaneamente. Enquanto que o lançamento da edição Brasil se dará no dia 29 de Outubro em uma Rodada de Diálogo na Bolsa de Valores de São Paulo.

Assessoria de Comunicação do CDP Brasil & América Latina: Virtual Comunicação - Fones: (11) 4421.8254 - 2503.3987
virtual.com.mkt@uol.com.br - @virtualcom - www.virtualcomunicacao.net





Ajuste das companhias ao IFRS é natural, diz presidente da ABRASCA


"A exemplo de outros países ainda estamos aprendendo o ciclo de consolidação do IFRS (International Financial Reporting Standards , o novo padrão de normatização contábil) e, nesta transição, vale destacar o conceito de predominância da essência sobre a forma".

A constatação acima é do economista Antonio Castro, presidente da Associação Brasileira das Companhias Abertas (ABRASCA), afirmando como natural que algumas empresas ainda discutam a implementação do IFRS no Brasil. “A alteração de práticas é um desafio muito grande, não obstante necessitarmos de uma nova geração de profissionais com estilo mais participativo”, destacou, para adiante sintetizar: “A contabilidade societária na verdade deixou de ser uma contabilidade fiscal”.

Castro participou do II Encontro de Contabilidade e Auditoria para Companhias Abertas e Sociedades de Grande Porte, organizado pela ABRASCA em parceria com o Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon), nos dias 10 e 11 últimos, em São Paulo, elogiando o programa e o desenvolvimento dos convidados.

Para o presidente da ABRASCA, o II Encontro de Contabilidade e Auditoria para Companhias Abertas e Sociedades de Grande Porte tende a repetir o mesmo modelo de sucesso do Encontro Nacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais (que a ABRASCA realiza em conjunto com o IBRI). “A parceria com o Ibracon mostra que estamos no caminho certo e o evento cresce em qualidade, contemplando o interesse e a necessidade de todo o mercado”, finalizou.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Fim do RTT pode causar efeito danoso às companhias, adverte ABRASCA


Matéria publicada pelo Valor na edição desta quarta, dia 12.

Com a proximidade da edição da medida provisória que vai pôr fim ao Regime Tributário de Transição (ver mais nesta página), prevista para este mês, o setor empresarial e agentes do mercado de capitais se articulam para tentar evitar que o governo acabe com o benefício fiscal que permite a amortização do ágio gerado em aquisições de empresas.

O pleito primário das companhias é para manutenção integral do benefício. Mas o Valor apurou que existe disposição para negociação de uma proposta intermediária.

Em vez de simplesmente se acabar com a amortização fiscal do ágio, o uso do benefício deixaria de valer para operações societárias dentro do mesmo grupo econômico, que são as transações vistas como mais polêmicas pela Receita Federal.

Outra mudança seria usar o prazo de dez anos para aproveitamento do benefício. A regra atual fala de cinco a dez anos, mas a maioria das empresas acaba usando o período mais curto.

O coordenador de sistemas de fiscalização da Receita Federal, Daniel Belmiro, nega que a discussão sobre o fim da amortização do ágio seja o motivo para o atraso na edição da MP.

A medida provisória estava prevista para o fim de julho, depois ficou para agosto e agora se fala no fim deste mês para sua publicação no Diário Oficial.

Segundo Belmiro, a demora se explica porque o texto está passando por revisão técnica da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, que estaria concluindo seu trabalho.

Aproveitando a questão do fim do RTT, a Receita Federal incluiu no texto da MP um dispositivo que acaba com o benefício fiscal da amortização do ágio.

Atualmente, quando uma empresa adquire outra, parte do valor pago acima do patrimônio líquido da adquirida pode ser amortizada num prazo de cinco a dez anos. Isso entra como despesa no balanço da compradora para fins fiscais, o que reduz sua base de cálculo de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL).

Como se trata de um benefício fiscal para o comprador, isso lhe estimula a pagar mais caro em aquisições, o que faz com que mais vendedores aceitem fechar negócio. O benefício, portanto, é um mecanismo facilitador de operações fusões e aquisições.

Desde que se tomou conhecimento dessa iniciativa da Receita Federal, entidades de mercado e representantes das empresas procuraram o governo federal para pleitear a manutenção da dedutibilidade fiscal do ágio.

"Em um momento em que a gente sente que o mercado precisa de gás, uma medida como essa teria efeito danoso", disse Antonio Castro, presidente da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), que disse ter escrito uma carta ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, manifestando essa preocupação. "Muitas transações [de fusões e aquisições] deixariam de ocorrer", afirmou.

O que as empresas aparentemente não pretendem questionar é que o cálculo do ágio por expectativa de rentabilidade futura ("goodwill") seja feito, também para fins fiscais, pelo mesmo sistema usado na contabilidade no âmbito do padrão IFRS.

Essa regra determina que a diferença entre o valor pago numa aquisição e o patrimônio líquido da empresa comprada - normalmente chamado simplesmente de ágio - seja alocada em três parcelas.

A primeira é a mais-valia ou menos-valia dos ativos e passivos adquiridos a valor de mercado, uma vez que o patrimônio da empresa comprada fica registrado por valores de custo histórico. A segunda parcela é justificada - e consequentemente alocada - pela existência de ativos intangíveis da empresa adquirida, como marcas, licenças e patentes.

Somente o que não puder ser alocado nessas duas etapas é que fica como goodwill, que seria a parcela motivada por expectativa de rentabilidade futura.

Pela proposta da Receita, esse goodwill não poderia ser amortizado fiscalmente - o que ainda depende de uma decisão final do governo. Os demais valores alocados nas duas primeiras etapas em outras contas do ativo poderiam ser aproveitados fiscalmente conforme sua depreciação ou amortização.

MP do regime fiscal deve sair este mês

A tão aguardada medida provisória que vai pôr fim ao Regime Tributário de Transição (RTT) deve ser publicada até o fim deste mês, conforme expectativa de agentes de mercado e de representantes da Receita Federal.

"As empresas precisam de tempo para se adaptar, por isso elas querem que saia o mais rápido possível", disse Daniel Belmiro, coordenador de sistemas de fiscalização da Receita Federal, ao explicar por que é interessante que o texto seja publicado logo.

O técnico do Fisco participou ontem do 2º Encontro de Contabilidade de Auditoria para Companhias Abertas e Sociedades de Grande porte, organizado pela Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca) e pelo Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon).


http://www.valor.com.br/empresas/2825760/companhias-tentam-salvar-agio-com-opcao-intermediaria