Presidente da ABRASCA destaca seletividade
do mercado e as emissões de debêntures
O presidente da ABRASCA gravou entrevista na sede do jornal DCI em São Paulo. Matéria foi ao ar neste dia 24 de agosto pela TVB (TV Brasil), nas regiões metropolitanas de Campinas e da Baixada Santista.
Assista ao vídeo, disponível no site do jornal (que faz parte do mesmo grupo controlador da TV):
http://www.dci.com.br/panoramadobrasil/pop_2408.htm
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Desgraça do planeta gera bons negócios
NOTÍCIA no Jornal do Brasil de 24 de agosto:
Efeito estufa gera R$ 1 bilhão
A luta contra o aquecimento global se transformou num negócio lucrativo que já movimenta mais de um bilhão de reais entre empresas brasileiras. De acordo com os projetos em curso, o valor pode passar de R$ 10 bilhões por ano.
Trata-se de uma cadeia de atividades econômicas que envolve desde a elaboração de projetos com os chamados mecanismos de desenvolvimento limpo até um sofisticado mercado para negociação dos créditos de carbono, obtidos a partir de um processo de certificação do qual participam as comissões sobre mudanças climáticas do Ministério de Ciência e Tecnologia e a Organização das Nações Unidas.
No Brasil, 160 companhias acumulam 33,5 milhões dos créditos – o que, segundo a última cotação, representa divisas da ordem de R$ 1,053 bilhão por ano.
Outras 405 empresas têm em curso processos com potencial de redução de mais 352 milhões de toneladas de CO2 – mais de dez vezes o que está sendo movimentado atualmente.
Cada crédito equivale à neutralização de uma tonelada de gás carbônico equivalente (CO2), cotada, hoje em 12 euros (R$ 31) no mercado internacional, que tem as negociações centralizadas em Londres e Bonn.
Efeito estufa gera R$ 1 bilhão
A luta contra o aquecimento global se transformou num negócio lucrativo que já movimenta mais de um bilhão de reais entre empresas brasileiras. De acordo com os projetos em curso, o valor pode passar de R$ 10 bilhões por ano.
Trata-se de uma cadeia de atividades econômicas que envolve desde a elaboração de projetos com os chamados mecanismos de desenvolvimento limpo até um sofisticado mercado para negociação dos créditos de carbono, obtidos a partir de um processo de certificação do qual participam as comissões sobre mudanças climáticas do Ministério de Ciência e Tecnologia e a Organização das Nações Unidas.
No Brasil, 160 companhias acumulam 33,5 milhões dos créditos – o que, segundo a última cotação, representa divisas da ordem de R$ 1,053 bilhão por ano.
Outras 405 empresas têm em curso processos com potencial de redução de mais 352 milhões de toneladas de CO2 – mais de dez vezes o que está sendo movimentado atualmente.
Cada crédito equivale à neutralização de uma tonelada de gás carbônico equivalente (CO2), cotada, hoje em 12 euros (R$ 31) no mercado internacional, que tem as negociações centralizadas em Londres e Bonn.
domingo, 23 de agosto de 2009
Porcão quer pular a cerca
A tradicional Churrascaria Porcão, do Rio de Janeiro, está de olho no mercado de São Paulo.
E já ensaia a sua chegada às terras bandeirantes, com apoio de Fundos de Pensão. Explica-se: para concorrer no maior mercado nacional é preciso gordos investimentos. O grupo estuda fatiar a própria carne para lançar-se na nova praça.
E já ensaia a sua chegada às terras bandeirantes, com apoio de Fundos de Pensão. Explica-se: para concorrer no maior mercado nacional é preciso gordos investimentos. O grupo estuda fatiar a própria carne para lançar-se na nova praça.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Linha PEC-BNDES para capital de giro
O Banco Nossa Caixa, incorporado pelo Banco do Brasil, vai oferecer quatro linhas de crédito em convênio com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Vinculadas ao Programa de Sustentação do Investimento, as linhas de crédito Finame e BNDES Automático irão financiar a compra de máquinas e equipamentos. O prazo máximo de pagamento da linha é de 10 anos, com carência de até 24 meses e taxas de juros fixadas entre 4,5% e 7% ao ano.
GIRO - A Nossa Caixa também vai disponibilizar a chamada linha PEC-BNDES, para capital de giro a empresas de todos os setores. As taxas de juros, no caso, deverão variar entre 12,10% e 16,43% a.a.
As operações serão financiadas com valores a partir de R$ 500 mil. O valor máximo será limitado a 20% da receita operacional bruta da empresa no ano anterior, com limite de R$ 20 milhões. O prazo de pagamento é de até 36 meses, com até 12 meses de carência.
Vinculadas ao Programa de Sustentação do Investimento, as linhas de crédito Finame e BNDES Automático irão financiar a compra de máquinas e equipamentos. O prazo máximo de pagamento da linha é de 10 anos, com carência de até 24 meses e taxas de juros fixadas entre 4,5% e 7% ao ano.
GIRO - A Nossa Caixa também vai disponibilizar a chamada linha PEC-BNDES, para capital de giro a empresas de todos os setores. As taxas de juros, no caso, deverão variar entre 12,10% e 16,43% a.a.
As operações serão financiadas com valores a partir de R$ 500 mil. O valor máximo será limitado a 20% da receita operacional bruta da empresa no ano anterior, com limite de R$ 20 milhões. O prazo de pagamento é de até 36 meses, com até 12 meses de carência.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
A propósito da Sustentabilidade...
O que é mesmo a Sustentabilidade do Planeta ???
FATOS:
Os países do Hemisfério Norte possuem um 1/5 da população do planeta. Esses 20%, no entanto, são donos de 4/5 dos rendimentos mundiais e consomem nada menos que 70% da energia, 75% dos metais e 85% da produção de madeira mundial.
COMENTÁRIO:
Quando é que se implantará a via de DUAS MÃOS nessa estrada ?
FATOS:
Os países do Hemisfério Norte possuem um 1/5 da população do planeta. Esses 20%, no entanto, são donos de 4/5 dos rendimentos mundiais e consomem nada menos que 70% da energia, 75% dos metais e 85% da produção de madeira mundial.
COMENTÁRIO:
Quando é que se implantará a via de DUAS MÃOS nessa estrada ?
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Fusão da VW e da Porsche sai em 2011
O conselho de administração da montadora automobilística alemã Volkswagen aprovou nesta quinta-feira 13 de agosto um acordo-base para criar um consórcio integrado com a fabricante de veículos esportivos Porsche.
Fontes do conselho da VW disseram à agência alemã DPA que a Volkswagen e a Porsche farão uma fusão ao longo de 2011 de forma gradual.
Leia a cobertura completa da crise nos EUA
Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA
Entenda como a crise financeira global afeta o Brasil
A Porsche AG será vendida à VW e se transformará na décima marca da principal montadora automobilística da Europa.
O atual executivo-chefe da Volkswagen, Martin Winterkorn, será o presidente da nova empresa integrada e o da Porsche Automobil Holding SE.
Fontes do conselho da VW disseram à agência alemã DPA que a Volkswagen e a Porsche farão uma fusão ao longo de 2011 de forma gradual.
Leia a cobertura completa da crise nos EUA
Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA
Entenda como a crise financeira global afeta o Brasil
A Porsche AG será vendida à VW e se transformará na décima marca da principal montadora automobilística da Europa.
O atual executivo-chefe da Volkswagen, Martin Winterkorn, será o presidente da nova empresa integrada e o da Porsche Automobil Holding SE.
Etanol brasileiro está mais volátil...
NOTÍCIA:
AIE reduz previsão para etanol brasileiro
A produção brasileira deve cair, enquanto a de outros países cresce
(Daniela Milanese, para a Agência Estado)
O cenário para a produção de etanol no Brasil se tornou menos otimista, aponta a Agência Internacional de Energia (AIE), em relatório mensal divulgado ontem. O motivo é a disparada do preço do açúcar no mercado internacional. A redução nos estoques mundiais tem feito a cotação do açúcar bater recordes. Na segunda-feira, o contrato para outubro atingiu US$ 0,22 por libra-peso na Ice Futures, o valor mais alto em 28 anos. A situação é causada pela seca na Índia e o excesso de chuvas no Brasil, segundo a AIE.
A entidade lembra que os preços mais elevados incentivam a produção do açúcar em detrimento do etanol. Dessa forma, decidiu revisar para baixo as projeções para a atividade produtiva no mercado brasileiro no segundo semestre de 2009. A estimativa da AIE para a produção de etanol no Brasil foi reduzida entre 5 mil e 10 mil de barris por dia no período de junho a dezembro. O ajuste não foi maior, explica, porque o início da operação de novas usinas em julho traz alguma compensação.
A agência diz que ainda há riscos para a produção, em razão da combinação de clima, do preço do açúcar e do impacto negativo da crise de crédito sobre as operações.
A avaliação sobre o Brasil contrasta com as perspectivas mais recentes para o etanol em outras regiões. A AIE acaba de elevar a estimativa de produção global do produto em 20 mil barris por dia em 2009, por causa do desempenho melhor do que o esperado nos Estados Unidos e na Europa. Para 2010, a projeção foi ampliada em 15 mil barris por dia.
COMENTÁRIO: O Brasil não tinha tudo para liderar esse processo de um novo combustível, regulando mercados inclusive ?
AIE reduz previsão para etanol brasileiro
A produção brasileira deve cair, enquanto a de outros países cresce
(Daniela Milanese, para a Agência Estado)
O cenário para a produção de etanol no Brasil se tornou menos otimista, aponta a Agência Internacional de Energia (AIE), em relatório mensal divulgado ontem. O motivo é a disparada do preço do açúcar no mercado internacional. A redução nos estoques mundiais tem feito a cotação do açúcar bater recordes. Na segunda-feira, o contrato para outubro atingiu US$ 0,22 por libra-peso na Ice Futures, o valor mais alto em 28 anos. A situação é causada pela seca na Índia e o excesso de chuvas no Brasil, segundo a AIE.
A entidade lembra que os preços mais elevados incentivam a produção do açúcar em detrimento do etanol. Dessa forma, decidiu revisar para baixo as projeções para a atividade produtiva no mercado brasileiro no segundo semestre de 2009. A estimativa da AIE para a produção de etanol no Brasil foi reduzida entre 5 mil e 10 mil de barris por dia no período de junho a dezembro. O ajuste não foi maior, explica, porque o início da operação de novas usinas em julho traz alguma compensação.
A agência diz que ainda há riscos para a produção, em razão da combinação de clima, do preço do açúcar e do impacto negativo da crise de crédito sobre as operações.
A avaliação sobre o Brasil contrasta com as perspectivas mais recentes para o etanol em outras regiões. A AIE acaba de elevar a estimativa de produção global do produto em 20 mil barris por dia em 2009, por causa do desempenho melhor do que o esperado nos Estados Unidos e na Europa. Para 2010, a projeção foi ampliada em 15 mil barris por dia.
COMENTÁRIO: O Brasil não tinha tudo para liderar esse processo de um novo combustível, regulando mercados inclusive ?
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